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Ilustrada
23/07/2008 - 10h10

Miss Brasil diz que queria ser mutante "pombinha da paz"

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MIGUEL ARCANJO PRADO
da Folha Online

A miss Brasil Natália Anderle disse que, se tivesse que se tornar uma mutante, tal qual aconteceu com sua antecessora e xará, Natália Guimarães, não queria ser uma mulher-aranha --como Guimarães na novela da Record--, mas sim um animal bem mais singelo.

Marcos Lirola/Folha Online
Miss Brasil Natália Anderle posa no 14º Prêmio Avon de Maquiagem, em São Paulo
Miss Brasil Natália Anderle posa com o vestido saído da mala

"Ah, ser uma aranha eu não queria não! Preferiria ser uma pombinha da paz", falou.

A mulher que carrega o título de mais bela do país conversou com a Folha Online na festa de entrega do 14º Prêmio Avon de Maquiagem, realizada na noite desta terça-feira (22), no La Luna Club, em São Paulo.

Anderle foi bastante assediada pelos fotógrafos, mesmo não tendo ficado nem entre as 15 finalistas do Miss Universo, no último dia 13 no Vietnã, vencido pela miss Venezuela. Feito bem menor do que Natália Guimarães conseguiu em 2007, quando ficou em segundo lugar, perdendo para a miss Japão, derrota considerada injusta por muita gente.

A modelo gaúcha disse que não ficou tão triste assim com a desclassificação. "Eu não chorei e ainda tive força para falar para as outras desclassificadas que estavam chorando: 'Meninas, não chorem. A vida continua! Agora, é bola pra frente e aproveitar as oportunidades que aparecerem'", contou.

Sobre o tombo da miss Estados Unidos, ela disse que não riu da colega. "Claro que não, fiquei foi nervosa por ela", explicou.

Dentro de um vestido vermelho cheio de laços, a miss Brasil explicou de onde veio a indumentária. "Tirei ele da mala, pois havia levado para o 'Miss Universo'. É um vestido do estilista mineiro Alexandre Dutra. Achei que combinava com a festa."

 

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