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Ilustrada
22/08/2008 - 10h48

Centenário de Cartier-Bresson é celebrado nesta sexta

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da Folha Online

O fotógrafo Henri Cartier-Bresson, um dos grandes mestres da fotografia, completaria cem anos nesta sexta-feira se estivesse vivo.

Charles Platiau/Reuters
Henri Cartier-Bresson morreu no dia 2 de agosto de 2004, na França, aos 95 anos
Fotógrafo Henri Cartier-Bresson morreu no dia 2 de agosto de 2004, veja imagens

Bresson nasceu em 22 de agosto de 1908 em Chanteloup, no departamento de Seine-et-Marne, apesar de ter sido concebido em Palermo, na Sicília, segundo biografia da Fundação Henri Cartier Bresson.

Desde muito cedo, o francês se interessou por artes, em especial pintura e certos aspectos do surrealismo. Ele estudou a arte com André Lhote.

Em 1931, Bresson tirou suas primeiras fotografias durante o período de um ano que viveu na Etiópia. Depois, retornou à Europa e expôs em Madri, Espanha, e em Nova York, nos Estados Unidos.

Bresson viaja ao México em 1933 em uma missão etnográfica. Depois ele viaja para os Estados Unidos e ingressa também no cinema.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Bresson foi preso pelos nazistas e participou da Resistência Francesa. Depois da guerra, o fotógrafo passou cerca de um ano nos Estados Unidos e, após este período, fundou com Robert Capa, David Seymour, William Vandivert e George Rodger a agência Magnum em 1947.

Em seguida, ele fotografou eventos como a morte de Gandhi, a China nos útimos meses do Kuomitang, o início da República Popular da China e a luta pela independência na Indonésia.

Bresson voltou à Europa em 1952, já reconhecido. Mas, não ficou por muito tempo sem viajar. Ele foi à Índia, China, Japão e União Soviética nos anos seguintes. Depois de 1974, ele se concentrou em desenhar e expor seus trabalhos.

Em 2000, estabeleceu a fundação que leva seu nome. O fotógrafo morreu em 2 de agosto de 2004, em Montjustin, em Provença, na França.

 

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