Organização da Bienal não se pronuncia sobre pichação
SARA UHELSKI
da Folha Online
O clima no pavilhão da Bienal, no parque Ibirapuera, após um grupo invadir e pichar parte do segundo andar na noite deste domingo (26), era de normalidade e silêncio --por parte da polícia e dos organizadores e assessores do evento.
| Choque/Folha Imagem |
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| Pichação no pavilhão da Bienal; grupo de cerca de 40 pessoas foi responsável pela ação |
Às 21h, vários carros da polícia estavam no local, bastante movimentado por conta do show da dupla de música eletrônica Fischerspooner, prestes a começar.
De um lado do pavilhão, uma fila se organizava para entrar no espaço; de outro, policiais se reuniam perto de uma área com o vidro quebrado. O local, segundo os policiais, foi usado como ponto de fuga do grupo de pichadores.
Nenhum representante da polícia quis se pronunciar, nem mesmo para explicar o ocorrido. Sabe-se, somente, que uma menina foi detida após a pichação.
A organização do evento também preferiu não explicar o ocorrido, e a reportagem não pôde entrar no pavilhão --o show já estava com lotação esgotada e o segundo andar, interditado.
Algumas das pichações eram visíveis do lado de fora do prédio. Através do vidro, era possível ver um pilar marcado com tinta preta, e um vidro com inscrições em verde. As marcas no vidro já estavam sendo removidas pelos funcionários da Bienal.
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