TVs americanas se recuperam de erros em 2000 e 2004 e têm cobertura tranqüila
da Folha Online
da Associated Press
Após sucessivos erros nas coberturas das eleições 2000 e 2004, nesta histórica votação de 4 de novembro não houve "barrigas" (no jargão jornalístico, informação equivocada), divulgação de pesquisas equivocadas ou mudanças e viradas inexplicáveis nos resultados. A única coisa que permaneceu foi a sensação de que o candidato democrata Barack Obama seria mesmo eleito à Presidência.
De acordo com a agência de notícias americana, imperava um clima de tranqüilidade na Times Square e no Rockefeller Center, em Nova York, onde ficam as sedes das gigantes da mídia ABC e NBC. No local as pessoas se reuniam em frente a telões à espera dos resultados.
"Nunca vi nada parecido com isso", afirmou Norah O'Donnell, que assistia à NBC em meio à multidão.
As redes de TV comemoraram a cobertura sobre a eleição de 2008 depois da falha na eleição presidencial anterior. Pesquisas amplamente divulgadas pela mídia mostravam a vitória do democrata John Kerry, em 2004, quando George W. Bush liderava.
A imprensa escrita, por sua vez, não deixou de sugerir aos eleitores que, em vez de passarem esta terça-feira colados ao televisor, saiam às ruas e compareçam a bares, por exemplo, para participarem da festa eleitoral.
Para a AP, a divulgação dos resultados na noite desta terça-feira (4) ocorreu em grande escala, na mesma proporção das pessoas reunidas no Grant Park, em Chicago, onde centenas de apoiadores de Obama esperavam o anúncio da vitória.
"Foi o fim da apatia [com o trabalho da mídia nas eleições]", afirmou Tom Brokaw, da rede de TV NBC. "As pessoas querem se envolver em seus sistemas políticos."
Quando as urnas fecharam no extremo Oeste do país --Alasca e Havaí encerraram as votações às 23h (hora local)-- a Associated Press divulgou apenas uma manchete: "Obama vence a Presidência".
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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