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Ilustrada
13/11/2008 - 19h32

Galerias brasileiras expõem em feira de arte contemporânea de Nova York

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da Efe, em Nova York

Quatro galerias brasileiros exibirão seus trabalhos na Pinta, a feira que reúne os principais expoentes da arte moderna e contemporânea da América Latina, que começa nesta quinta e vai até o dia 16 no Metropolitan Pavilion de Nova York.

As galerias que participam da mostra são a Bolsa de Arte, de Porto Alegre, a Arte em Dobro, do Rio de Janeiro, e Nara Roesler e Raquel Arnaud, ambas de São Paulo.

Na segunda edição do evento, foram escolhidos os trabalhos dos melhores artistas modernos e contemporâneos da região, que devem ser vistos por 20 mil visitantes.

Os organizadores da mostra esperam que, durante os próximos dias, as galerias de arte presentes façam "vendas de US$ 10 milhões (cerca de R$ 22,6 milhões)", apesar da crise econômica que já pode ser sentida no mercado artístico.

"Temos que ser muito realistas. A crise vai repercutir em todos, mas sou otimista porque a arte latino-americana não está em nenhuma situação de bolha, portanto também não cairá", disse nesta quinta-feira à Agência Efe um dos diretores da feira, Diego Costa Peuser.

Na primeira edição, a feira de arte de Nova York vendeu mais de 300 obras por um total próximo dos US$ 8,5 milhões (cerca de R$ 19,2 milhões), após contar com a participação de 34 galerias de todo o continente americano.

"Se com a crise a feira é um êxito, poderemos afirmar que a arte latino-americana vai por um bom caminho. Se vendemos o mesmo que no ano passado, já poderemos dizer que foi um sucesso", afirmou Peuser.

No total, 54 galerias procedentes de 14 países, incluindo seis de três nações da Europa (Espanha, Alemanha e Reino Unido), expõem peças na mostra.

Além do Brasil, as nações americanas que participam desta feira de arte contemporânea são Estados Unidos, Argentina, México, Panamá, Colômbia, Venezuela, Peru, Chile, Cuba e República Dominicana.

 

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