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Ilustrada
10/01/2009 - 11h09

Atriz colombiana quer trabalhar de novo com Walter Salles

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da Efe, em Nova York

A atriz colombiana Catalina Sandino confessou que gostaria de voltar a trabalhar com o diretor Walter Salles, que a dirigiu em um dos segmentos do filme "Paris, Te Amo".

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Catalina Sandino Moreno e Benicio Del Toro em cena de "Che", dirigido por Steven Soderbergh
Catalina Sandino Moreno e Benicio Del Toro em cena de "Che", dirigido por Steven Soderbergh

Em entrevista à agência Efe, a atriz também revelou que gostaria de atuar ao lado das estrelas Kate Winslet e Cate Blanchett.

"Eu só quero continuar melhorando no que faço, e gostaria de dividir a cena com elas para aprender com seu trabalho", assegurou.

A colombiana, que foi indicada ao Oscar por "Maria Cheia de Graça", participou recentemente da cinebiografia sobre o guerrilheiro Ernesto Che Guevara, dirigida por Steven Soderbergh.

No filme, que estreia hoje nos Estados Unidos, Sandino interpretou a viúva do militante revolucionário, Aleida March. Ela chegou a viajar para Cuba para conhecê-la pessoalmente.

À Efe, Sandino garantiu que, quando soube que tinha conseguido o papel em Che, começou a pesquisar sobre a personagem e, por não ter encontrado quase nada publicado, decidiu entrar em contato com a própria Aleida March e viajar para Cuba.

"Fiquei duas semanas com ela em Cuba, falando sobre a história que ela viveu. Sou muito diferente dela fisicamente e a primeira coisa que me perguntou quando eu disse que a interpretaria em um filme foi: 'E o que vão fazer com o seu cabelo?'", lembrou a atriz colombiana.

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Catalina Sandino em cena do filme "Paris, Te Amo", em segmento dirigido por Walter Salles
Catalina Sandino em cena do filme "Paris, Te Amo", em segmento dirigido por Walter Salles

"É uma pessoa incrivelmente forte, e muito lúcida para os mais de 70 anos que tem, nunca esquecia um nome ou uma data", disse.

Para a atriz, de 27 anos, o que mais a atraiu ao interpretar o papel da viúva de Ernesto Che Guevara (1928-1967) foi entrar na pele de uma mulher da Revolução Cubana.

"Queria interpretar uma mulher guerreira, como ela, que chegou a esconder bombas debaixo da saia e sempre esteve ao lado de 'Che', arriscando a vida, por isso a nomeou sua secretária pessoal, embora nunca tenha chegado a disparar uma arma", ressaltou a atriz.

Sandino também elogiou seu colega de elenco, o porto-riquenho Benicio del Toro, que interpreta Che, trabalho pelo qual venceu o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema de Cannes em 2008.

"Gosto de sua seriedade, sabe o que está fazendo, tem a confiança para interpretar o papel. Ele sempre me dava conselhos e me ajudou muito durante as filmagens. Foi maravilhoso trabalhar com ele", comentou.

 

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