23/01/2005
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21h46
da Folha Online
Os guarda-roupas masculinos e femininos foram contemplados neste domingo, na São Paulo Fashion Week, que termina na segunda-feira no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera.
O desfile da V.ROM foi inspirado nas compulsões: por chocolate, por coleções, por amor. Na passarela, muita cor. As modelagens retas e básicas ganharam graça com estampas inusitadas --pingüins, patos de borracha, soldados de chumbo e escaravelhos--, responsáveis pó uma moda jovem e alegre.
A mistura de etnias marcou o desfile de Mario Queiroz. Os destaques da coleção são os ponchos, compridos e pesados. Além das camisas longas (até os joelhos), que lembraram túnicas indianas.
Lino Villaventura, por sua vez, mostrou peças para um homem básico, bastante jovem e esporte. Para as mulheres, porém, muita sofisticação. O destaque da coleção ficou com as saias até o joelho, super rodadas e cheias. O tecido tinha aparência de mosaico, com pedacinhos de pano emendados e sobrepostos.
Eduardo Suppes apresentou peças para todas as estações, intitulada de 'weatherproof', ou à prova do tempo. Os looks apareceram, ao mesmo tempo, leves e pesados.
A leveza veio dos tecidos transparentes, como crepes e chiffon de seda pura e georgete, usados em blusas super decotadas, inclusive nas costas, e de alcinha. O pesado, das peles, enroladas no pescoço, das jaquetas e dos xales de lã, versáteis.
A Alphorria fechou o dia, comemorando 20 anos de existência. A feminilidade foi exaltada na silhueta solta, com georgete de seda pura em vestidos, saias e blusas drapeadas. Mais uma vez, bastante pano deixou as saias rodadas à altura dos joelhos.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a São Paulo Fashion Week
Domingo na SP Fashion Week tem moda para homens e mulheres
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CAMILA MARQUESda Folha Online
Os guarda-roupas masculinos e femininos foram contemplados neste domingo, na São Paulo Fashion Week, que termina na segunda-feira no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera.
O desfile da V.ROM foi inspirado nas compulsões: por chocolate, por coleções, por amor. Na passarela, muita cor. As modelagens retas e básicas ganharam graça com estampas inusitadas --pingüins, patos de borracha, soldados de chumbo e escaravelhos--, responsáveis pó uma moda jovem e alegre.
A mistura de etnias marcou o desfile de Mario Queiroz. Os destaques da coleção são os ponchos, compridos e pesados. Além das camisas longas (até os joelhos), que lembraram túnicas indianas.
Lino Villaventura, por sua vez, mostrou peças para um homem básico, bastante jovem e esporte. Para as mulheres, porém, muita sofisticação. O destaque da coleção ficou com as saias até o joelho, super rodadas e cheias. O tecido tinha aparência de mosaico, com pedacinhos de pano emendados e sobrepostos.
Eduardo Suppes apresentou peças para todas as estações, intitulada de 'weatherproof', ou à prova do tempo. Os looks apareceram, ao mesmo tempo, leves e pesados.
A leveza veio dos tecidos transparentes, como crepes e chiffon de seda pura e georgete, usados em blusas super decotadas, inclusive nas costas, e de alcinha. O pesado, das peles, enroladas no pescoço, das jaquetas e dos xales de lã, versáteis.
A Alphorria fechou o dia, comemorando 20 anos de existência. A feminilidade foi exaltada na silhueta solta, com georgete de seda pura em vestidos, saias e blusas drapeadas. Mais uma vez, bastante pano deixou as saias rodadas à altura dos joelhos.
Especial

