28/02/2005
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00h55
A festa do Oscar prestou uma homenagem ao americano Sidney Lumet, diretor de clássicos como "Serpico" e "Um dia de cão", com um Oscar honorário concedido após 50 anos de carreira e cinco indicações frustradas.
"Tenho o melhor trabalho de todos e estou mais agradecido por isso", disse Lumet, ao receber o prêmio.
Com isso, Sidney Lumet se soma à lista de ilustres nomes do cinema como os diretores Alfred Hitchcock e o ator Cary Grant, cujas únicas estatuetas tiveram caráter honorário.
A distinção foi anunciada por Al Pacino na 77ª entrega do maior prêmio da Academia das Ciências e Artes Cinematográficas, em reconhecimento por seu "brilhante serviço a roteiristas, intérpretes e à arte do cinema".
"Ao dirigir, Lumet transmitia o personagem. Então, você, como ator, já sabia como interpretá-lo antes de rodar a cena", contou um emocionado Al Pacino, que atuou várias vezes sob a direção de Lumet, indicado quatro vezes como diretor e uma como autor de um roteiro adaptado.
"Lumet é um dos diretores mais importantes da história do cinema americano", disse o presidente da Academia, Frank Pierson.
"Seu trabalho deixou uma marca indelével tanto no público como na história do cinema. Foi um grande prazer pessoal e uma honra profissional ligar para Sidney para lhe dizer que tinha ganhado a mais alta distinção de sua profissão", acrescentou.
Lumet nasceu na Filadélfia, em 1924. Filho de um ator e uma bailarina, estreou no palco aos quatro anos, no Yiddish Art Theater, de Nova York, antes de começar a dirigir na TV nos anos 50.
Ele ficou conhecido do público por filmes como "Um dia de cão" (1975), com Al Pacino; "Rede de intrigas" (1976) e "Serpico" (1973)', no qual Pacino encarna um policial incorruptível de mesmo nome.
Os dois primeiros lhe valeram uma indicação, como já havia acontecido com seu primeiro filme, "Doze homens e uma Sentença", quando tinha apenas 33 anos, em 1957. "O veredicto" (1982), com Paul Newman, e o roteiro adaptado de "O Príncipe da Cidade" (1981) completam sua lista de indicações.
No ano passado, o Oscar honorário, prêmio freqüentemente visto como uma maneira de reparar injustiças ou a falta de sorte dos indicados, foi o criador da "Pantera Cor-de-Rosa", Blake Edwards.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o diretor Sidney Lumet
Sidney Lumet recebe Oscar honorário após 5 indicações frustradas
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da France PresseA festa do Oscar prestou uma homenagem ao americano Sidney Lumet, diretor de clássicos como "Serpico" e "Um dia de cão", com um Oscar honorário concedido após 50 anos de carreira e cinco indicações frustradas.
"Tenho o melhor trabalho de todos e estou mais agradecido por isso", disse Lumet, ao receber o prêmio.
Com isso, Sidney Lumet se soma à lista de ilustres nomes do cinema como os diretores Alfred Hitchcock e o ator Cary Grant, cujas únicas estatuetas tiveram caráter honorário.
A distinção foi anunciada por Al Pacino na 77ª entrega do maior prêmio da Academia das Ciências e Artes Cinematográficas, em reconhecimento por seu "brilhante serviço a roteiristas, intérpretes e à arte do cinema".
"Ao dirigir, Lumet transmitia o personagem. Então, você, como ator, já sabia como interpretá-lo antes de rodar a cena", contou um emocionado Al Pacino, que atuou várias vezes sob a direção de Lumet, indicado quatro vezes como diretor e uma como autor de um roteiro adaptado.
"Lumet é um dos diretores mais importantes da história do cinema americano", disse o presidente da Academia, Frank Pierson.
"Seu trabalho deixou uma marca indelével tanto no público como na história do cinema. Foi um grande prazer pessoal e uma honra profissional ligar para Sidney para lhe dizer que tinha ganhado a mais alta distinção de sua profissão", acrescentou.
Lumet nasceu na Filadélfia, em 1924. Filho de um ator e uma bailarina, estreou no palco aos quatro anos, no Yiddish Art Theater, de Nova York, antes de começar a dirigir na TV nos anos 50.
Ele ficou conhecido do público por filmes como "Um dia de cão" (1975), com Al Pacino; "Rede de intrigas" (1976) e "Serpico" (1973)', no qual Pacino encarna um policial incorruptível de mesmo nome.
Os dois primeiros lhe valeram uma indicação, como já havia acontecido com seu primeiro filme, "Doze homens e uma Sentença", quando tinha apenas 33 anos, em 1957. "O veredicto" (1982), com Paul Newman, e o roteiro adaptado de "O Príncipe da Cidade" (1981) completam sua lista de indicações.
No ano passado, o Oscar honorário, prêmio freqüentemente visto como uma maneira de reparar injustiças ou a falta de sorte dos indicados, foi o criador da "Pantera Cor-de-Rosa", Blake Edwards.
Especial

