Publicidade
Publicidade
"Acho complicado ter uma mulher no 'CQC'", diz Marcelo Tas
Publicidade
PAULA CARVALHO
Colaboração para a Folha Online
Novo cenário, novas vinhetas e novos quadros. É o que promete o jornalista Marcelo Tas para o segundo ano do programa "CQC", "Custe o Que Custar", da Band, uma das revelações da TV brasileira no ano passado e que volta à grade da emissora no dia 2 de março.
| 18.ago.2008/Henrique Manreza/Folha Imagem |
![]() |
| Marcelo Tas não vê uma mulher ou mais um homem integrando a equipe do "CQC", da Band |
Tas garantiu que não haverá nenhuma mudança drástica no formato que consagrou o "CQC": reportagens jornalísticas críticas e bem humoradas.
E isso significa que os sete repórteres do programa (Marcelo Tas, Danilo Gentili, Felipe Andreoli, Rafinha Bastos, Marco Luque, Rafael Cortez e Oscar Filho) não ganharão uma companhia feminina fixa --um "rumor equivocado", segundo o apresentador.
"Acho complicado ter uma mulher no programa, porque temos um ambiente de testosterona muito complexo", explicou Tas.
"Não acho que daria para uma mulher, nem um homem, entrar para a equipe fixa. Já temos sete repórteres, o que é suficiente para cobrir o dia-a-dia", continuou.
Mesmo assim, o criador do personagem Ernesto Varela disse que gostaria de ter uma mulher como integrante provisória para protagonizar um quadro novo.
"Seria interessante ter uma mulher no meio da gente", comentou.
Tas afirmou que foram criados dois quadros novos, que já estão sendo produzidos, mas que não poderia dar mais detalhes por causa da concorrência. "Fomos muito copiados", justificou.
Elogios dos argentinos
O jornalista ainda contou que, durante reuniões em Buenos Aires, a direção da matriz argentina do "CQC" ("Caiga Quien Caiga" no original) apontou como exemplo a versão brasileira do programa para os demais países que produzem o formato: Chile, Itália, Estados Unidos, Espanha e Portugal.
De acordo com Tas, os argentinos elogiaram a maneira "mais leve, mas ao mesmo tempo pontiaguda" de tratar política ou outros temas mais delicados, porque, na Argentina, "eles pegam pesado".
"Essa abordagem é mais eficiente, porque o público se identifica, porque não causa constrangimento ao entrevistado", refletiu Tas, que nessa nova edição também acompanhará mais de perto a produção.
"Saímos estimulados dessas reuniões. Este será um ano mais difícil do que o primeiro, porque é um ano sem grandes pautas, como eleições no Brasil, nos Estados Unidos, Olimpíadas", explicou.
Além disso, Tas também sabe que a pressão e as expectativas sobre o "CQC" serão maiores neste ano. "Vamos ser muito cobrados pela crítica, mas principalmente pelo público".
| Divulgação | ||
![]() |
||
| Integrantes do "CQC" posam ao lado de Marcelo Tas (centro); brasileiros foram elogiados por matriz argentina |
Leia mais sobre o "CQC"
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- "Não conheço", diz Gal Costa sobre Marina Lima
- Autor de "Elite da Tropa" lança livro sobre brasileiro preso por ligação com tráfico
- Deborah Secco vai interpretar a cantora Joelma nos cinemas
- Homem morre depois de participar de programa de Fátima Bernardes
- "Brasil não tem criadores", diz dono da TNG
+ Comentadas
- Após ação na Justiça, Ivete Sangalo faz acordo com baterista
- Homem morre depois de participar de programa de Fátima Bernardes
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.








Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV