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29/06/2005 - 12h27

"O Código Da Vinci" e "Marie Antonieta" levam cenários franceses às telas

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da Folha Online

Enquanto Sofia Coppola concluiu as filmagens de "Marie Antonieta" no palácio de Versalhes, o museu do Louvre, de Paris, abre suas galerias para a produção de "O código Da Vinci", a adaptação do best-seller policial lido por 25 milhões de pessoas em todo o mundo.

Jacques Constantino/FI
Vista dos jardins do palácio de Versalhes, na França
Vista dos jardins do palácio de Versalhes, na França
Os célebres prédios do patrimônio histórico-cultural francês servem assim de cenário para grandes produções cinematográficas e esperam seduzir cada vez mais Hollywood para conquistar uma ambicionada propaganda em um mercado muito competitivo.

"Para nós é algo formidável; uma carta de apresentação absolutamente extraordinária nos Estados Unidos e no mundo inteiro", declarou Christine Albanel, que dirige há dois anos a entidade pública que administra o palácio de Versalhes, onde as filmagens de "Maria Antonieta" terminaram em maio.

Depois de Kirsten Dunst, a namorada do Homem-Aranha, colocar perucas e adereços para encarnar a jovem rainha austríaca que acabou na guilhotina, é a vez de Tom Hanks chegar a Paris para viver o apaixonado professor de simbologia Robert Langdon.

É no pavilhão Denon do Louvre que começa o jogo de pistas mortais com a descoberta do corpo nu do conservador Saunière, assassinado por um monge albino, em uma intriga envolvendo sociedades secretas, rituais iniciáticos e símbolos escondidos nos quadros de Leonardo da Vinci.

Silvio Cioffi/FI
Museu do Louvre, em Paris
Museu do Louvre, em Paris
Neste filme, dirigido por Ron Howard, atuarão os atores franceses Jean Reno, no papel do detetive Bezu Fache, e Audrey Tautou, a heroína de "Amélie Poulain", no papel de Sophie Neveu, a companheira de aventuras de Robert Langdon.

Para a sorte de "O Código Da Vinci", boa parte da ação inicial do livro transcorre durante a noite. Assim, o filme poderá ser rodado no Louvre sem o olhar curioso dos turistas, ao passo que Sofia Coppola só pôde filmar em Versalhes às segundas-feiras, dia em que o castelo do Rei Sol se encontra fechado ao público.

Como uma espécie de compensação para esse contratempo, a filha de Francis Ford Coppola teve acesso à Ópera Garnier de Paris, aos castelos de Vaux-le-Vicomte e Cheverny e, dentro de Versalhes, a lugares geralmente fechados ao público, como o pequeno teatro ou os apartamentos particulares da rainha.

A administradora do palácio bem que gostaria que a pré-estréia do filme fosse realizada em Versalhes, coincidindo, de preferência, com a inauguração, em julho de 2006, da "Estância Marie-Antoinette", um cômodo inteiramente fechado que será aberto ao público. A produtora Columbia-Sony Pictures pagou 300 mil euros para alugar os espaços em Versalhes.

Com agências internacionais

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