30/06/2005
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13h37
O que mais se vê da São Paulo Fashion Week --cuja 19ª edição começou na terça passada e termina no dia 4 de julho-- é gente correndo por todos os lados: modelos, assessores, convidados. Tudo para não perder nada. E nessa correria, uma das coisas mais difíceis é arranjar tempo para comer.
Além de tempo, também é um "problema" o preço cobrado pelos três restaurantes montados dentro do Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, onde ocorre o evento. Uma refeição, mesmo que feita à base de sanduíches, não sai por menos do que R$ 15.
No espaço da Nescafé, no primeiro piso, o público pode gastar um pouco menos se optar por comer apenas um salgado, com preço médio de R$ 4. "É mesmo o que mais sai", explica Álvaro Mascarenhas, responsável pelo local. Se a pedida for um refrigerante (R$ 2,50) mais um sanduíche (R$ 10) e um sorvete (R$ 4) para a sobremesa, a conta já pode pesar no bolso.
Mais caro ainda é o Café Journal --sim, do mesmo restaurante de Moema. Lá, um sanduíche custa em média R$ 13 e um refrigerante, mais R$ 3.
Na terceira opção, a Casa da Pizza, cuja matriz fica no Itaim, o prato do dia custa em média R$ 25. Hoje, por exemplo, o estabelecimento serve picadinho com arroz, ovo, banana e farofa. Já a pizza individual custa R$ 15 e um dos petiscos com mais saída, o pão de calabresa, custa R$ 4,50 a fatia.
Apesar do preço, cada lugar recebe, em média, entre 800 e mil pessoas por dia. "É mais caro, mas estamos sempre lotados. Cada um almoça numa hora e não paramos de trabalhar", diz Gustavo Medlan, 47, proprietário do restaurante.
Quem não quer --quem não pode-- gastar, tem como opção descolar uma "boquinha" nos lounges dos patrocinadores. Distribuídos por dois andares da Bienal, eles oferecem brindes e comidinhas. Mas há um porém: somente para jornalistas e convidados.
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Preços salgados da Fashion Week forçam visitante à "dieta das tops"
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da Folha OnlineO que mais se vê da São Paulo Fashion Week --cuja 19ª edição começou na terça passada e termina no dia 4 de julho-- é gente correndo por todos os lados: modelos, assessores, convidados. Tudo para não perder nada. E nessa correria, uma das coisas mais difíceis é arranjar tempo para comer.
Além de tempo, também é um "problema" o preço cobrado pelos três restaurantes montados dentro do Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, onde ocorre o evento. Uma refeição, mesmo que feita à base de sanduíches, não sai por menos do que R$ 15.
No espaço da Nescafé, no primeiro piso, o público pode gastar um pouco menos se optar por comer apenas um salgado, com preço médio de R$ 4. "É mesmo o que mais sai", explica Álvaro Mascarenhas, responsável pelo local. Se a pedida for um refrigerante (R$ 2,50) mais um sanduíche (R$ 10) e um sorvete (R$ 4) para a sobremesa, a conta já pode pesar no bolso.
Mais caro ainda é o Café Journal --sim, do mesmo restaurante de Moema. Lá, um sanduíche custa em média R$ 13 e um refrigerante, mais R$ 3.
Na terceira opção, a Casa da Pizza, cuja matriz fica no Itaim, o prato do dia custa em média R$ 25. Hoje, por exemplo, o estabelecimento serve picadinho com arroz, ovo, banana e farofa. Já a pizza individual custa R$ 15 e um dos petiscos com mais saída, o pão de calabresa, custa R$ 4,50 a fatia.
Apesar do preço, cada lugar recebe, em média, entre 800 e mil pessoas por dia. "É mais caro, mas estamos sempre lotados. Cada um almoça numa hora e não paramos de trabalhar", diz Gustavo Medlan, 47, proprietário do restaurante.
Quem não quer --quem não pode-- gastar, tem como opção descolar uma "boquinha" nos lounges dos patrocinadores. Distribuídos por dois andares da Bienal, eles oferecem brindes e comidinhas. Mas há um porém: somente para jornalistas e convidados.
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