20/08/2005
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17h20
Michael Hutchence, líder do grupo de rock australiano INXS, estava completamente arruinado quando cometeu suicídio em 1997, segundo o jornal "Sydney Morning Herald".
Hutchence, cuja fortuna estava avaliada entre US$ 7,6 e US$ 15,2 milhões, tinha apenas US$ 506 na carteira e US$ 572 em uma conta do grupo no momento do suicídio, aos 37 anos em um hotel de Sydney (Austrália), declarou ao jornal a mãe de Hutchence, Patricia Glassop. A morte ocorreu em novembro de 1997.
Depois da venda de alguns bens, como uma moto Harley Davidson, algumas guitarras, obras de arte e imóveis, e depois de pagar US$ 670 mil ao Estado, o patrimônio do músico ficou reduzido a nada, segundo os testamenteiros informaram à mãe.
Como últimos desejos, Hutchence queria doar US$ 250 mil à Anistia Internacional e o mesmo valor ao Greenpeace. Do restante, a metade seria destinada para a filha que teve com Paula Yates e a outra metade dividida entre ela, a mãe, o pai, a irmã e o irmão.
A avaliação não inclui algumas propriedades na Austrália com valor superior a US$ 10 milhões, uma vila no sul da França, uma casa em Londres, um investimento na Indonésia, alguns automóveis de luxo e direitos pendentes do INXS, explica o jornal.
Este patrimônio é controlado por uma rede complexa de empresas da Libéria e das Ilhas Virgens sobre os quais Hutchence tinha um poder restrito, explica o "Sydney Morning Herald".
Com agências internacionais
Especial
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da Folha OnlineMichael Hutchence, líder do grupo de rock australiano INXS, estava completamente arruinado quando cometeu suicídio em 1997, segundo o jornal "Sydney Morning Herald".
Hutchence, cuja fortuna estava avaliada entre US$ 7,6 e US$ 15,2 milhões, tinha apenas US$ 506 na carteira e US$ 572 em uma conta do grupo no momento do suicídio, aos 37 anos em um hotel de Sydney (Austrália), declarou ao jornal a mãe de Hutchence, Patricia Glassop. A morte ocorreu em novembro de 1997.
Depois da venda de alguns bens, como uma moto Harley Davidson, algumas guitarras, obras de arte e imóveis, e depois de pagar US$ 670 mil ao Estado, o patrimônio do músico ficou reduzido a nada, segundo os testamenteiros informaram à mãe.
Como últimos desejos, Hutchence queria doar US$ 250 mil à Anistia Internacional e o mesmo valor ao Greenpeace. Do restante, a metade seria destinada para a filha que teve com Paula Yates e a outra metade dividida entre ela, a mãe, o pai, a irmã e o irmão.
A avaliação não inclui algumas propriedades na Austrália com valor superior a US$ 10 milhões, uma vila no sul da França, uma casa em Londres, um investimento na Indonésia, alguns automóveis de luxo e direitos pendentes do INXS, explica o jornal.
Este patrimônio é controlado por uma rede complexa de empresas da Libéria e das Ilhas Virgens sobre os quais Hutchence tinha um poder restrito, explica o "Sydney Morning Herald".
Com agências internacionais
Especial

