08/09/2005
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08h00
A coluna "Outro Canal", do jornalista Daniel Castro, de hoje na Folha revela que a Rede Globo gastou, pelo menos, R$ 7,9 milhões para evitar que algumas de suas estrelas se mudassem para emissoras concorrentes, especialmente a Record.
De acordo com a coluna, o relatório financeiro da Globo mostra que foi esse o custo no segundo trimestre para aumentar o chamado "banco de talentos" para a produção de telenovelas --ou seja, fazer novas contratações.
Segundo a coluna, quase todas essas "novas contratações" foram de atores que já trabalhavam para a emissora, mas que tinham um contrato de "obra certa", que diz respeito a apenas uma novela; acabava a novela, terminava o contrato.
Com a mudança, esses atores passaram a ter vínculos de mais de três anos com a emissora --ou seja, passaram a fazer parte do tal "banco de talentos".
"O aumento de gastos com contratações coincide com a ofensiva da Record para ter "globais" em suas telenovelas", escreveu o colunista.
Especial
Confira a íntegra da coluna na edição de hoje da Folha (Só assinantes do UOL e da Folha)
Leia o que já foi publicado sobre as novelas da Record
Assédio a atores custa R$ 7,9 milhões para a Globo
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da Folha OnlineA coluna "Outro Canal", do jornalista Daniel Castro, de hoje na Folha revela que a Rede Globo gastou, pelo menos, R$ 7,9 milhões para evitar que algumas de suas estrelas se mudassem para emissoras concorrentes, especialmente a Record.
De acordo com a coluna, o relatório financeiro da Globo mostra que foi esse o custo no segundo trimestre para aumentar o chamado "banco de talentos" para a produção de telenovelas --ou seja, fazer novas contratações.
Segundo a coluna, quase todas essas "novas contratações" foram de atores que já trabalhavam para a emissora, mas que tinham um contrato de "obra certa", que diz respeito a apenas uma novela; acabava a novela, terminava o contrato.
Com a mudança, esses atores passaram a ter vínculos de mais de três anos com a emissora --ou seja, passaram a fazer parte do tal "banco de talentos".
"O aumento de gastos com contratações coincide com a ofensiva da Record para ter "globais" em suas telenovelas", escreveu o colunista.
Especial

