19/09/2005
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09h42
A coluna Outro Canal, do jornalista Daniel Castro, da Folha de S. Paulo, informou no sábado que o apresentador Gugu Liberato conseguiu evitar o "constrangimento" de ser "fichado" pela Polícia Civil de São Paulo e de ser interrogado na sexta-feira (16) de manhã.
Ele seria interrogado na 2ª Vara Criminal de Osasco (Grande São Paulo), onde responde a processo criminal pela exibição de entrevista com falsos membros da facção criminosa PCC, exibida pelo SBT em setembro de 2003. Na ocasião, dois encapuzados faziam ameaças a jornalistas e políticos.
De acordo com a coluna, Liberato obteve na quinta-feira uma liminar no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que suspende o processo penal em Osasco até o julgamento do mérito de seu pedido de habeas corpus no órgão.
Em despacho publicado no "Diário Oficial" de terça, o ministro do STJ Arnaldo Esteves Lima já havia concedido liminar suspendendo o indiciamento de Liberato --ele teria que ir à polícia, fornecer todos os seus dados e seu nome entraria no cadastro de antecedentes criminais.
O jornalista revela ainda que o indiciamento de Liberato não ocorreu durante o inquérito policial porque ele conseguiu uma liminar na Justiça, depois cassada pelo Tribunal de Justiça (TJ-SP).
"Adriano Salles Vanni, advogado de Liberato, tentou no TJ-SP e no STJ (sem sucesso) excluir seu cliente da ação penal. Argumentou que Liberato é inocente e que não existe prova de que participou da produção da falsa entrevista. Vanni não respondeu ao recado deixado pela Folha", escreveu Castro.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre Gugu Liberato
Gugu se livra de ser "fichado" pela polícia
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da Folha OnlineA coluna Outro Canal, do jornalista Daniel Castro, da Folha de S. Paulo, informou no sábado que o apresentador Gugu Liberato conseguiu evitar o "constrangimento" de ser "fichado" pela Polícia Civil de São Paulo e de ser interrogado na sexta-feira (16) de manhã.
Ele seria interrogado na 2ª Vara Criminal de Osasco (Grande São Paulo), onde responde a processo criminal pela exibição de entrevista com falsos membros da facção criminosa PCC, exibida pelo SBT em setembro de 2003. Na ocasião, dois encapuzados faziam ameaças a jornalistas e políticos.
De acordo com a coluna, Liberato obteve na quinta-feira uma liminar no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que suspende o processo penal em Osasco até o julgamento do mérito de seu pedido de habeas corpus no órgão.
Em despacho publicado no "Diário Oficial" de terça, o ministro do STJ Arnaldo Esteves Lima já havia concedido liminar suspendendo o indiciamento de Liberato --ele teria que ir à polícia, fornecer todos os seus dados e seu nome entraria no cadastro de antecedentes criminais.
O jornalista revela ainda que o indiciamento de Liberato não ocorreu durante o inquérito policial porque ele conseguiu uma liminar na Justiça, depois cassada pelo Tribunal de Justiça (TJ-SP).
"Adriano Salles Vanni, advogado de Liberato, tentou no TJ-SP e no STJ (sem sucesso) excluir seu cliente da ação penal. Argumentou que Liberato é inocente e que não existe prova de que participou da produção da falsa entrevista. Vanni não respondeu ao recado deixado pela Folha", escreveu Castro.
Especial


