Reginaldo Rossi faz show animado e lembra Susan Boyle
MARINA LANG
colaboração para a Folha Online
O estilo "brega americano" de Reginaldo Rossi arrebanhou milhares de pessoas ao Largo do Arouche, durante a madrugada deste domingo (3), na Virada Cultural paulistana.
Heterogêneo, o público ia daqueles que seguem a liturgia das últimas tendências da moda aos nada antenados com o visual. Juntos, os estilos deram o tom que prevaleceu na noite do palco "brega" da virada, um dos mais animados da madrugada paulistana.
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Interdição de ruas no centro complica trânsito
| Guilherme Lara Campos/Folha Imagem |
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| Cantor Reginaldo Rossi durante seu show no palco romântico no Largo do Arouche |
Reginaldo Rossi tocou Elvis Presley, rockabilly, Roberto Carlos. "Cresci ouvindo isso, faz parte da minha formação", explicou o ídolo brega, depois do show, à Folha Online.
"Viver em São Paulo é um privilégio", disse Reginaldo, do alto do palco. "Melhor que quatro mulheres são 450 mulheres", afirma, para logo em seguida introduzir "Leviana". A música é emendada por "Você é Doida Demais". O público pula e canta.
"O brega é positivo"
Depois do show, animado, Rossi conversou com a reportagem, tomando refrigerante e fumando um cigarro.
"Há um tom pejorativo. Alguns acham o povão idiota, há discriminação. A Susan Boyle cantou e encantou as pessoas. Para cantar, você não precisa ser um Brad Pitt", filosofa. "Brega é a pessoa que quer o operário comprando artigos de R$ 5 mil".
Veja as próximas atrações no Largo do Arouche
5h30 - Wanderley Andrade
7h30 - Bartô Galeno
9h30 - Jane e Herondy
11h30 - Silvio Brito
13h30 - Odair José
15h30 - Wanderley Cardoso
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A policia não se dividia no evento, andavam de 30 em 30.
Presenciei um arrastam ao lado da base da policia com as ambulâncias.
Um rapaz além de ser roubado, foi extremamente espancado, há 10 metros de inúmeros policiais.
Comuniquei a um policial, ele simplesmente disse não poder fazer nada, não socorreu o rapaz jogado no chão, que estava apenas de shorts após o roubo, e sequer cogitou a idéia de policiar a rua onde os assaltantes estavam agindo. Foi a cena mais covarde que já presenciei, e infelizmente o rapaz machucado ao chão estava sozinho, pois nem a policia se importou com o fato.
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