16/12/2005
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17h13
Um livro de trivialidades úteis e inúteis. Assim é "A Miscelânea Original de Schott" (160 páginas), lançado pela Editora Intrínseca no Brasil. Sucesso na Inglaterra (mais de 2 milhões de exemplares vendidos), o livro é indicado para quem busca curiosidades ou deseja apenas passar o tempo lendo banalidades.
Na Alemanha, o livro ficou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos durante três meses. Publicado originalmente pela editora inglesa Bloomsburry, a mesma da série Harry Potter, a "Miscelânea" se destacou entre os lançamentos da editora e só perde em número de vendas para o aprendiz de bruxo.
Ben Schott é cientista político formado em Cambridge, fotógrafo e garimpeiro de informações inusitadas. Ele começou a carreira de escritor como uma brincadeira: fazia bilhetes para amigos com pérolas de conhecimento incomum.
"Acho que há muita gente tão estranha quanto eu em qualquer lugar do mundo", diz o autor.
No Brasil, a tradução ficou a cargo de Cláudio Figueiredo. Na págian 58, há um curioso glossário com as gírias da malandragem adotada no Brasil dos anos 50.
O livro encadeia informações de diversas áreas, sem uma organização bem clara. Por exemplo, o índice traz os comprimentos de cadarços de sapatos, as mortes prematuras de astros do rock e os sete pecados capitais, além das formas raras de delírio, as divindades greco-romanas e o cardápio do último jantar do Titanic.
Com "Miscelânea", o leitor descobre muitas curiosidades: as últimas palavras de Luís 14 na hora de morrer foram "por que está chorando, pensou que eu fosse imortal?". Já Machado de Assim falava assim sobre os cadáveres recentes: "Está morto. Podemos elogiá-lo à vontade."
Serviço
"A Miscelânea Original de Schott"
Autor: Ben Schott
Tradução: Cláudio Figueiredo
Páginas: 160
Preço: R$ 32,90
Especial
Veja curiosidades do livro inglês
Livro inglês de trivialidades chega ao Brasil
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da Folha OnlineUm livro de trivialidades úteis e inúteis. Assim é "A Miscelânea Original de Schott" (160 páginas), lançado pela Editora Intrínseca no Brasil. Sucesso na Inglaterra (mais de 2 milhões de exemplares vendidos), o livro é indicado para quem busca curiosidades ou deseja apenas passar o tempo lendo banalidades.
| Divulgação |
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| Capa de "Miscelânea Original de Schott" |
Ben Schott é cientista político formado em Cambridge, fotógrafo e garimpeiro de informações inusitadas. Ele começou a carreira de escritor como uma brincadeira: fazia bilhetes para amigos com pérolas de conhecimento incomum.
"Acho que há muita gente tão estranha quanto eu em qualquer lugar do mundo", diz o autor.
No Brasil, a tradução ficou a cargo de Cláudio Figueiredo. Na págian 58, há um curioso glossário com as gírias da malandragem adotada no Brasil dos anos 50.
O livro encadeia informações de diversas áreas, sem uma organização bem clara. Por exemplo, o índice traz os comprimentos de cadarços de sapatos, as mortes prematuras de astros do rock e os sete pecados capitais, além das formas raras de delírio, as divindades greco-romanas e o cardápio do último jantar do Titanic.
Com "Miscelânea", o leitor descobre muitas curiosidades: as últimas palavras de Luís 14 na hora de morrer foram "por que está chorando, pensou que eu fosse imortal?". Já Machado de Assim falava assim sobre os cadáveres recentes: "Está morto. Podemos elogiá-lo à vontade."
Serviço
"A Miscelânea Original de Schott"
Autor: Ben Schott
Tradução: Cláudio Figueiredo
Páginas: 160
Preço: R$ 32,90
Especial


