17/02/2006
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19h30
Um copo vermelho de dois metros de altura e um metro de diâmetro "pousou" em uma calçada da avenida Paulista, provocando uma certa curiosidade de turistas e pedestres, já acostumados com esse tipo de intervenção artística -- as vacas de fibra de vidro costumam "pastar" por lá, na época da Cow Parade.
Agora, trata-se de uma obra do artista plástico Jaime Prades, 47, nascido em Madri na Espanha, mas brasileiro naturalizado e morador de São Paulo desde 1975. O copo vermelho fica exposto até o dia 30 de março, em frente ao shopping Center 3 (entre a Augusta e Frei Caneca), do lado oposto ao Conjunto Nacional.
"Este copo vermelho pretende, como um dínamo de energia, magnetizar a atenção e provocar a interação com o público que será convidado a responder à pergunta: o que tem no copo vermelho?", explica o artista.
A escultura é feita à base de aduelas (tubulações de concreto armado para poços artesianos), pintadas de vermelho e com detalhes amarelos. Há ainda olhos mágicos, permitindo ao público ter uma visão do que há por dentro da escultura.
Na década de 80, Prades integrou o grupo de arte urbana Tupinãodá com pinturas em muros de São Paulo, Rio e Curitiba. O grafite era uma das técnicas usadas pelo movimento.
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Copo vermelho gigante "pousa" na avenida Paulista
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da Folha OnlineUm copo vermelho de dois metros de altura e um metro de diâmetro "pousou" em uma calçada da avenida Paulista, provocando uma certa curiosidade de turistas e pedestres, já acostumados com esse tipo de intervenção artística -- as vacas de fibra de vidro costumam "pastar" por lá, na época da Cow Parade.
| Maurício Porto Pepê |
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| Objeto-escultura-grafite gera curiosidade e estranhamento. |
| Maurício Porto Pepê |
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| Nascido na Espanha, Jaime Prades tem ateliê na Vila |
A escultura é feita à base de aduelas (tubulações de concreto armado para poços artesianos), pintadas de vermelho e com detalhes amarelos. Há ainda olhos mágicos, permitindo ao público ter uma visão do que há por dentro da escultura.
Na década de 80, Prades integrou o grupo de arte urbana Tupinãodá com pinturas em muros de São Paulo, Rio e Curitiba. O grafite era uma das técnicas usadas pelo movimento.
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