17/03/2006
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11h55
A escritora gaúcha Monique Revillion lança na Bienal Internacional do Livro "Teresa, que esperava as uvas", uma reunião de contos sobre o cotidiano. A autora é uma das novas apostas da editora Geração Editorial.
Para o escritor Luis Fernando Veríssimo, Monique lembra o trabalho de Clarice Lispector (1920-1977) por ter a capacidade de erigir um universo de significados para fatos banais, como cenas de rua ou até mesmo uma barata.
Em um dos contos, a autora revela de uma maneira poética um relacionamento que já não tem mais entusiasmo. Em outro, revela o que as meninas que vivem na rua sentem ao ser exploradas como objetos, por meio de uma linguagem direta e eficaz.
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Editora aposta em contos de autora gaúcha
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da Folha OnlineA escritora gaúcha Monique Revillion lança na Bienal Internacional do Livro "Teresa, que esperava as uvas", uma reunião de contos sobre o cotidiano. A autora é uma das novas apostas da editora Geração Editorial.
Para o escritor Luis Fernando Veríssimo, Monique lembra o trabalho de Clarice Lispector (1920-1977) por ter a capacidade de erigir um universo de significados para fatos banais, como cenas de rua ou até mesmo uma barata.
Em um dos contos, a autora revela de uma maneira poética um relacionamento que já não tem mais entusiasmo. Em outro, revela o que as meninas que vivem na rua sentem ao ser exploradas como objetos, por meio de uma linguagem direta e eficaz.
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