Banderas reclama de efeitos da crise sobre o cinema independente
da France Presse, em Karlovy Vary (República Tcheca)
O ator espanhol Antonio Banderas, produtor e diretor de sua própria companhia, lamentou neste sábado os efeitos da crise econômica global sobre o cinema independente.
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| David W Cerny/Reuters |
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| Banderas está na República Tcheca para promover seu filme "O Caminho dos Ingleses" |
"A crise nos pegou de surpresa e agora é muito difícil conseguir dinheiro dos bancos para produzir filmes. No momento, estamos numa situação muito difícil", declarou o astro hollywoodiano, que é convidado do Festival de Cinema de Karlovy Vary, oeste da República Tcheca, onde vai apresentar seu primeiro filme como realizador, "O Caminho dos Ingleses".
"Os grandes estúdios também estão com problemas, mas são problemas relativamente pequenos se comparados aos do cinema europeu", declarou.
Paralelo a um filme de Woody Allen e outros projetos que tem em Hollywood, Banderas, 49, prepara sua próxima produção e vai procurar nos países árabes o financiamento para seu projeto.
"Escrevi um roteiro sobre o último rei dos árabes no século 9", conta ele. "Quero filmá-lo em árabe, com uma distribuição árabe", acrescenta.
Banderas se prepara também para voltar às telas nos próximos meses com uma nova versão de "Zorba, o Grego".
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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