10/06/2006
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18h58
A 10ª parada gay de São Paulo deve receber menos turistas neste ano também por causa do clima de medo criado na cidade com os ataques da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no mês de maio.
Essa avaliação é de Paulo Roberto Giacomini, da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. "Não temos medo pelo público, mas pelos policiais, que farão nossa segurança e que foram os alvos dos ataques."
A associação espera um público de 2 milhões --20% menor do que o registrado no ano passado (2,5 milhões). A Polícia Militar tem contagem diferente: 1,8 milhão em 2005.
Há ainda a mudança da data do evento. Após nove edições ocorrendo no domingo, a parada de 2006 será no sábado (17), já que haverá jogo do Brasil na Copa no domingo.
Nem todo mundo tem folga no sábado. O domingo é mais favorável para atrair público. Pesquisa do Datafolha apontou uma presença de 40% de heterossexuais no desfile de 2005.
"Como tem a Copa, a gente acredita que menos gente viajará para São Paulo, apesar de a grande maioria dos gays não gostar muito de futebol", brinca Giacomini.
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da Folha OnlineA 10ª parada gay de São Paulo deve receber menos turistas neste ano também por causa do clima de medo criado na cidade com os ataques da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no mês de maio.
Essa avaliação é de Paulo Roberto Giacomini, da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. "Não temos medo pelo público, mas pelos policiais, que farão nossa segurança e que foram os alvos dos ataques."
A associação espera um público de 2 milhões --20% menor do que o registrado no ano passado (2,5 milhões). A Polícia Militar tem contagem diferente: 1,8 milhão em 2005.
Há ainda a mudança da data do evento. Após nove edições ocorrendo no domingo, a parada de 2006 será no sábado (17), já que haverá jogo do Brasil na Copa no domingo.
Nem todo mundo tem folga no sábado. O domingo é mais favorável para atrair público. Pesquisa do Datafolha apontou uma presença de 40% de heterossexuais no desfile de 2005.
"Como tem a Copa, a gente acredita que menos gente viajará para São Paulo, apesar de a grande maioria dos gays não gostar muito de futebol", brinca Giacomini.
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