16/06/2006
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04h23
da Folha de S. Paulo
O Ministério da Saúde lançou ontem em São Paulo um livreto sobre a saúde das lésbicas e das bissexuais. A obra faz parte de um projeto que tenta facilitar o acesso dessa parcela da população aos serviços públicos de saúde.
Um dossiê da Rede Feminista de Saúde mostra que, entre as lésbicas, há uma menor freqüência na realização de exames ginecológicos. A hipótese é que médicos e as mulheres imaginam que, por terem relações sexuais com a pessoa do mesmo sexo, estão livres das doenças sexualmente transmissíveis.
Além de temas como alimentação, gravidez, drogas e menopausa, o livreto aborda questões relacionadas a direitos humanos, legislação e discriminação. A obra será distribuída por ONGs que desenvolvem ações nesses grupos.
Hoje à noite, o tema será debatido em uma mesa redonda com especialistas em saúde pública e direito, no hotel San Raphael, centro da capital.
Amanhã, às 10h, as lésbicas realizam passeata na avenida Paulista.
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CLÁUDIA COLLUCCIda Folha de S. Paulo
O Ministério da Saúde lançou ontem em São Paulo um livreto sobre a saúde das lésbicas e das bissexuais. A obra faz parte de um projeto que tenta facilitar o acesso dessa parcela da população aos serviços públicos de saúde.
Um dossiê da Rede Feminista de Saúde mostra que, entre as lésbicas, há uma menor freqüência na realização de exames ginecológicos. A hipótese é que médicos e as mulheres imaginam que, por terem relações sexuais com a pessoa do mesmo sexo, estão livres das doenças sexualmente transmissíveis.
Além de temas como alimentação, gravidez, drogas e menopausa, o livreto aborda questões relacionadas a direitos humanos, legislação e discriminação. A obra será distribuída por ONGs que desenvolvem ações nesses grupos.
Hoje à noite, o tema será debatido em uma mesa redonda com especialistas em saúde pública e direito, no hotel San Raphael, centro da capital.
Amanhã, às 10h, as lésbicas realizam passeata na avenida Paulista.
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