20/06/2006
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12h15
A pirataria de discos audiovisuais na China causa para a indústria uma perda de US$ 2,7 bilhões anuais, segundo um estudo publicado nesta terça-feira na imprensa chinesa.
Além disso, o problema deve se agravar com a expansão do mercado ilegal de cinema para consumo privado, diz o estudo da Motion Picture Association (MPA) americana, citado pelo jornal independente "South China Morning Post".
A proporção de discos piratas na China, no entanto, caiu em relação ao ano anterior. Em 2005, 93% eram cópias ilegais, contra o 95% de 2004.
Do prejuízo estimado, mais da metade corresponde à indústria cinematográfica local. O resto é dividido entre a MPA, que representa as principais produtoras americanas, empresas de Hong Kong e de outros países asiáticos e europeus.
"Não é um problema só dos filmes americanos, e sim global", apontou Michael Ellis, diretor regional da associação para a Ásia-Pacífico, durante uma conferência paralela ao Festival Internacional de Cinema de Xangai.
A China só permite a projeção em seus cinemas de 20 filmes estrangeiros por ano. "Como não podemos pôr filmes no mercado, os piratas preenchem o vácuo. Sempre dissemos muito claramente que a China não solucionará seus problemas de pirataria se não mudar o acesso a seu mercado", disse Ellis.
Washington analisa a possibilidade de denunciar Pequim à Organização Mundial do Comércio (OMC) por pirataria em um amplo leque de setores industriais.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre pirataria na China
China perde US$ 2,7 bilhões por ano com pirataria de DVDs
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da Efe, em XangaiA pirataria de discos audiovisuais na China causa para a indústria uma perda de US$ 2,7 bilhões anuais, segundo um estudo publicado nesta terça-feira na imprensa chinesa.
Além disso, o problema deve se agravar com a expansão do mercado ilegal de cinema para consumo privado, diz o estudo da Motion Picture Association (MPA) americana, citado pelo jornal independente "South China Morning Post".
A proporção de discos piratas na China, no entanto, caiu em relação ao ano anterior. Em 2005, 93% eram cópias ilegais, contra o 95% de 2004.
Do prejuízo estimado, mais da metade corresponde à indústria cinematográfica local. O resto é dividido entre a MPA, que representa as principais produtoras americanas, empresas de Hong Kong e de outros países asiáticos e europeus.
"Não é um problema só dos filmes americanos, e sim global", apontou Michael Ellis, diretor regional da associação para a Ásia-Pacífico, durante uma conferência paralela ao Festival Internacional de Cinema de Xangai.
A China só permite a projeção em seus cinemas de 20 filmes estrangeiros por ano. "Como não podemos pôr filmes no mercado, os piratas preenchem o vácuo. Sempre dissemos muito claramente que a China não solucionará seus problemas de pirataria se não mudar o acesso a seu mercado", disse Ellis.
Washington analisa a possibilidade de denunciar Pequim à Organização Mundial do Comércio (OMC) por pirataria em um amplo leque de setores industriais.
Especial

