07/07/2006
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09h31
do Guia da Folha
As feministas talvez fiquem irritadas com a constatação a seguir: os decotes da mexicana Salma Hayek e da espanhola Penélope Cruz consistem nos melhores motivos para levar alguém a ver "Bandidas", faroeste com toques de comédia que estréia nesta sexta-feira (7).
Na trama, que se passa em 1880, no México, Salma vive Sara, uma aristocrata cujo pai banqueiro perde os bens (e também é assassinado) para um inescrupuloso norte-americano, que também toma as terras da família de Maria (Penélope), uma camponesa teimosa.
Sem nada em comum, além do desejo de vingança, as duas começam a roubar bancos com a ajuda de um perito em ciências promovido a investigador (Steve Zahn). Nem a participação de Sam Shepard como um experiente assaltante de bancos dá alguma credibilidade a uma história fraca interpretada no piloto automático.
Não que se esperasse muito da estréia dos diretores Joachim Roenning e Espen Sandberg. Mas a assinatura do francês Luc Besson (diretor de "Nikita" e "O Profissional") como co-roteirista e produtor até alimentava alguma esperança.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a atriz Salma Hayek
Leia o que já foi publicado sobre a atriz Penélope Cruz
Com roteiro fraco, atrizes são maior trunfo de "Bandidas"
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SANDRO MACEDOdo Guia da Folha
As feministas talvez fiquem irritadas com a constatação a seguir: os decotes da mexicana Salma Hayek e da espanhola Penélope Cruz consistem nos melhores motivos para levar alguém a ver "Bandidas", faroeste com toques de comédia que estréia nesta sexta-feira (7).
Na trama, que se passa em 1880, no México, Salma vive Sara, uma aristocrata cujo pai banqueiro perde os bens (e também é assassinado) para um inescrupuloso norte-americano, que também toma as terras da família de Maria (Penélope), uma camponesa teimosa.
Sem nada em comum, além do desejo de vingança, as duas começam a roubar bancos com a ajuda de um perito em ciências promovido a investigador (Steve Zahn). Nem a participação de Sam Shepard como um experiente assaltante de bancos dá alguma credibilidade a uma história fraca interpretada no piloto automático.
Não que se esperasse muito da estréia dos diretores Joachim Roenning e Espen Sandberg. Mas a assinatura do francês Luc Besson (diretor de "Nikita" e "O Profissional") como co-roteirista e produtor até alimentava alguma esperança.
Especial


