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11/09/2009 - 07h50

Janet Jackson diz que não lê jornais ou vê TV desde a morte do irmão

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da Efe, em Los Angeles

A cantora Janet Jackson, 43, afirmou que não vê televisão, nem lê jornais há mais de dois meses, desde a morte de seu irmão Michael Jackson, em uma entrevista concedida à revista "Harper's Bazaar", a primeira após a morte do rei do pop.

Na entrevista, a cantora diz que decidiu se manter longe da cobertura da imprensa "para não ficar louca".

"As pessoas podem ter pele de rinoceronte, mas há um ponto no qual algo vai doer", afirmou Janet, que acrescentou que "nem todo o mundo é feito de pedra".

A última vez que Janet viu Michael com vida foi no dia 14 de maio, dois dias antes do aniversário da artista, durante uma comemoração em família, com a presença dos três filhos do cantor.

"Nos divertimos muito esse dia", disse a cantora. "Nos ligamos depois para comentar o quanto tinha sido bom", acrescentou.

Gary He/AP
A cantora Janet Jackson disse que não acompanha o noticiário para "não ficar louca" com a cobertura da morte do irmão
Janet Jackson disse que não acompanha o noticiário para "não ficar louca" com a cobertura da morte do irmão

Janet voou pouco depois para Atlanta para a gravação do filme "Why Did I Get Married Too", de Tyler Perry, e foi lá que soube da morte de seu irmão.

Voou imediatamente para Los Angeles e se reuniu com o resto da família em um funeral privado, antes do memorial organizado no Staples Center, que foi encerrado com um emocionado discurso de Paris Michael Katherine Jackson, filha do cantor.

"Me senti muito orgulhosa dela", disse. "As pessoas me disseram que ver Paris falando de seu pai deu uma ideia de como Michael era realmente. Paris é uma menina inacreditavelmente inteligente. Todos são. As crianças estão bem, estão com seus primos. Esse amor familiar os fará seguir adiante", declarou.

Comentários dos leitores
Chris Maria (275) 21/12/2009 09h15
Chris Maria (275) 21/12/2009 09h15
Sr.alexandre bakunin (230) 19/12/2009 21h27
Caro colega Bakunin, dose pra leão é o Sr afirmar que eu indiquei Michael Jackson para o Premio Nobel quando na realidade a semântica empregada em meu texto foi outra. Sugiro que leia o comentário do Sr.Cândido Bizzotto (1) 05/10/2009 13h10, em particular, quando diz "Nobel da paz??? Não tem nada a ver com o trabalho comercial e musical do ídolo". Aqui ele demonstrou total desconhecimento sobre as importantes ações humanitárias praticadas por Michael ao longo de sua vida. Com isso, ao reler meu comentário Chris Maria (274) 08/10/2009 21h04, partes 1 e 2, verá que o conteúdo do texto se destina a prestar algumas informações sobre o assunto. Além disso, de demonstrar a ele que o fato de Anneliese Nichole Brown ter tomado a iniciativa deve ser visto como uma demonstração de reconhecimento e amor. Afinal, "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena" (Fernando Pessoa).
De fato "A dança de Anitra" é lindíssima, e se me permite retribuir a "dica do dia", recomendo a Coletânea de Heitor Villa-Lobos.
sem opinião
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alexandre bakunin (239) 19/12/2009 21h27
alexandre bakunin (239) 19/12/2009 21h27
Chris Maria,
Você tem mais estrelas do que todos os generais do planeta juntos. Parabéns.
É também uma fã ardorosa do Michael Jackson mas daí indica-lo para o Premio Nobel é dose pra leão.
Se você indicasse Jimmy Wales, o fundador da Wikipédia, eu apoiaria sem restrições.
Quanto ao Michael Jackson, é minha opinião pessoal que ele não morreu ou morreu há muito tempo e foi substituído por um fake. Isso de forma nenhuma diminui a importância da idéia que ele representou no contexto contemporâneo.
Sugestão do dia:
Grieg -Peer Gynt - "A dança de Anitra"
sem opinião
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Chris Maria (275) 19/12/2009 11h54
Chris Maria (275) 19/12/2009 11h54
Correção: onde se lê "demonstrações recenetes", leia-se "demonstrações recentes". Me desculpem. sem opinião
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