21/07/2006
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09h19
do Guia da Folha
Para aqueles que ainda não descobriram a veia "sambística" das segundas-feiras (dias em que os músicos conseguem uma folga e tocam sem compromisso), a Comunidade Samba da Vela dá uma chance e se apresenta numa roda "fora de época" e de lugar: neste sábado (dia 22), no Sesc Ipiranga.
A mudança tem um bom motivo. É que a tradicional roda das segundas de Santo Amaro, que dura o tempo que uma vela demora para queimar, faz seis anos e festeja aumentando sua capacidade de 150 para 1.500 pessoas, entre elas, cerca de cem compositores da comunidade.
O diferencial do Samba da Vela, além da própria, é o fato de a roda ser centrada em novos compositores. Chapinha, um dos fundadores, com Paquera e membros do Quinteto em Branco e Preto, gosta de lembrar que, em 2000, o objetivo era criar espaço para novos sambas, já que nas rádios era o pagode que bombava.
A iniciativa funcionou: a comunidade gravou seu primeiro CD no ano passado com participação de 120 de seus integrantes e faz shows para apresentar o trabalho. As segundas, porém, continuam sendo dia de folga.
Sesc Ipiranga - ginásio (r. Bom Pastor, 822, Ipiranga, região sul, tel. 3340-2000). 1.500 lugares. Sábado: 22h. Ingr.: R$ 5 a R$ 15.
Especial
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Roda de samba comemora seis anos com festa
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ADRIANA KÜCHLERdo Guia da Folha
Para aqueles que ainda não descobriram a veia "sambística" das segundas-feiras (dias em que os músicos conseguem uma folga e tocam sem compromisso), a Comunidade Samba da Vela dá uma chance e se apresenta numa roda "fora de época" e de lugar: neste sábado (dia 22), no Sesc Ipiranga.
A mudança tem um bom motivo. É que a tradicional roda das segundas de Santo Amaro, que dura o tempo que uma vela demora para queimar, faz seis anos e festeja aumentando sua capacidade de 150 para 1.500 pessoas, entre elas, cerca de cem compositores da comunidade.
O diferencial do Samba da Vela, além da própria, é o fato de a roda ser centrada em novos compositores. Chapinha, um dos fundadores, com Paquera e membros do Quinteto em Branco e Preto, gosta de lembrar que, em 2000, o objetivo era criar espaço para novos sambas, já que nas rádios era o pagode que bombava.
A iniciativa funcionou: a comunidade gravou seu primeiro CD no ano passado com participação de 120 de seus integrantes e faz shows para apresentar o trabalho. As segundas, porém, continuam sendo dia de folga.
Sesc Ipiranga - ginásio (r. Bom Pastor, 822, Ipiranga, região sul, tel. 3340-2000). 1.500 lugares. Sábado: 22h. Ingr.: R$ 5 a R$ 15.
Especial


