28/08/2006
-
11h37
Novos acontecimentos vêm apimentar a confusão instalada em torno do Concurso Internacional de Piano Villa-Lobos, promovido pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Mulher de Ilan Rechtman (pianista israelense cuja demissão foi o estopim da polêmica envolvendo a competição) e violoncelista da Osesp em licença-maternidade, Iris Regev foi impedida neste sábado (26) de entrar no concerto de câmara da série "Um Certo Olhar", na Sala São Paulo.
Iris afirma que o diretor-executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes, e o advogado da orquestra Fausto Arruda a impediram de entrar juntamente com a segurança, alegando "atitude inconveniente" de sua parte. Tal "atitude", ainda segundo ela, teria sido a distribuição de CDs de Rechtman no concerto de quinta-feira à noite.
Em nota por e-mail, Marcelo Lopes falou à Folha em nome da Osesp. Segundo ele, "a Fundação Osesp não permite a distribuição, nas dependências da Sala São Paulo, de materiais de qualquer natureza por parte dos seus funcionários ou do público, sem autorização prévia".
Ainda segundo o diretor, o fato não teve qualquer ligação com o concurso, e a atitude foi tomada após aconselhamento jurídico.
Leia mais
Conturbado, concurso da Osesp revela exímio pianista
Em carta ao "NYT", Osesp nega corrupção e repudia reportagem
Em meio a polêmica, concurso da Osesp inicia provas
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a Osesp
Leia o que já foi publicado sobre Ilan Rechtman
Mulher de Ilan Rechtman é barrada em concerto da Osesp
Publicidade
da Folha de S.PauloNovos acontecimentos vêm apimentar a confusão instalada em torno do Concurso Internacional de Piano Villa-Lobos, promovido pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Mulher de Ilan Rechtman (pianista israelense cuja demissão foi o estopim da polêmica envolvendo a competição) e violoncelista da Osesp em licença-maternidade, Iris Regev foi impedida neste sábado (26) de entrar no concerto de câmara da série "Um Certo Olhar", na Sala São Paulo.
Iris afirma que o diretor-executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes, e o advogado da orquestra Fausto Arruda a impediram de entrar juntamente com a segurança, alegando "atitude inconveniente" de sua parte. Tal "atitude", ainda segundo ela, teria sido a distribuição de CDs de Rechtman no concerto de quinta-feira à noite.
Em nota por e-mail, Marcelo Lopes falou à Folha em nome da Osesp. Segundo ele, "a Fundação Osesp não permite a distribuição, nas dependências da Sala São Paulo, de materiais de qualquer natureza por parte dos seus funcionários ou do público, sem autorização prévia".
Ainda segundo o diretor, o fato não teve qualquer ligação com o concurso, e a atitude foi tomada após aconselhamento jurídico.
Leia mais
Especial

