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Ilustrada
05/11/2009 - 08h43

Coleção Folha visita National Gallery de Washington

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da Folha de S.Paulo

Tem de Leonardo da Vinci a Salvador Dalí, passando por Matisse, Velázquez e Van Gogh. Com um dos acervos mais completos dos EUA, a National Gallery of Art, de Washington, é o tema do volume 14 da Coleção Folha Grandes Museus do Mundo, que chega às bancas no próximo domingo.

Criada em 1941, a instituição deve sua existência à força do mecenato norte-americano. A riqueza de sua coleção se origina, fundamentalmente, nas doações de quatro magnatas: Samuel Kress, Joseph E. Widener, Chester Dale e, especialmente, o banqueiro Andrew Mellon (1855-1937).

Nos anos 1930, Mellon realizou uma façanha que abrilhantaria decisivamente o acervo da futura National Gallery of Art: a aquisição de 20 obras do Museu Hermitage, de Leningrado (atual São Petersburgo), cuja venda havia sido secretamente autorizada pelo ditador soviético Stálin, para financiar o desenvolvimento da URSS.

Arte/Folha de S.Paulo

Graças à ousada compra de Mellon, a National Gallery pôde contar com obras-primas de Botticelli ("A Adoração dos Magos"), Rafael ("São Jorge e o Dragão" e "Alba Madonna"), Veronese ("Moisés Salvo das Águas") e Van Eyck ("Anunciação"), entre outros.

O financista, que atuou como secretário do Tesouro dos presidentes Warren Harding, Calvin Coolidge e Herbert Hoover, e embaixador dos EUA em Londres, foi ainda a pessoa que destinou fundos à construção do museu. Mellon encomendou pessoalmente ao arquiteto Pope, em 1935, o edifício que abrigaria as obras --um grande complexo neoclássico.

 

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