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24/11/2006 - 10h46

Sobreviventes de massacres do Khmer Vermelho elogiam Jolie e Pitt

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da Efe, em Phnom Penh

Sobreviventes dos sangrentos expurgos do Khmer Vermelho, nos quais cerca de dois milhões de pessoas foram assassinadas no Camboja, aplaudiram nesta sexta-feira o gesto de Angelina Jolie e Brad Pitt de visitar o museu que lembra essas atrocidades cometidas entre 1975 e 1979.

Youk Chang, diretor do Centro de Documentação do Camboja e sobrevivente dos expurgos, declarou que a presença do casal, na quarta-feira, no Museu do Genocídio é uma homenagem aos cambojanos que morreram vítimas da tortura e da crise de fome.

Chey Sopheara, diretor do Museu, disse que Jolie pagou sua entrada como qualquer outro visitante, tirou fotos e refletiu sobre os horrores do genocídio. "Ela queria compreender a história khmer e o genocídio, além de mostrar mais a seu filho sobre seu país", declarou Sopheara.

O casal, acompanhado por Maddox, o filho cambojano adotado por Jolie, visitou também Pailin, último reduto do Khmer Vermelho, onde a atriz patrocina um programa de conservação florestal.

As atividades de solidariedade de Jolie a tornaram uma heroína para muita gente no Camboja, país que fascinou a atriz durante a filmagem de "Tomb Raider", em 2002.

Jolie e Pitt viajaram depois ao Vietnã. Na quinta-feira, foram vistos em um restaurante da cidade de Ho Chi Minh, a antiga Saigon, comemorando o Dia de Ação de Graças.

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