08/03/2007
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15h41
Depois da campanha publicitária acusada de machismo, retirada de circulação na Espanha e na Itália, a grife Dolce & Gabbana lança nesta quinta-feira (8) uma nova campanha para a marca: um homem deitado no chão com uma cobra é admirado por três outros rapazes.
A assessora de moda da prefeitura de Milão, Tiziana, diz que "essas mensagens não são coisa de macho, mas de amor gay".
"A cobra é certamente um símbolo sexual, que, neste caso, tenta o homem. Mas essa imagem não me preocupa. Na verdade, fiquei indiferente, porque o que ela mostra é o mundo gay: os dois estilistas são gays e, supõe-se, os modelos da propaganda também", explicou a assessora.
Para ela, a última campanha publicitária da marca, que foi censurada por mostrar uma mulher segurada pelos pulsos por um homem diante de outros homens que assistem à cena indiferentes, "não parece a representação de um abuso sexual". "A moça não está aterrorizada, aliás, parece ser cúmplice de tudo", afirma.
Talvez, ainda segundo Tiziana, "mais que um abuso, poderíamos falar da condição da mulher que, nessas imagens, é mais um manequim que uma mulher".
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Após censura, Dolce & Gabbana lança campanha de amor gay
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da Ansa, em MilãoDepois da campanha publicitária acusada de machismo, retirada de circulação na Espanha e na Itália, a grife Dolce & Gabbana lança nesta quinta-feira (8) uma nova campanha para a marca: um homem deitado no chão com uma cobra é admirado por três outros rapazes.
A assessora de moda da prefeitura de Milão, Tiziana, diz que "essas mensagens não são coisa de macho, mas de amor gay".
"A cobra é certamente um símbolo sexual, que, neste caso, tenta o homem. Mas essa imagem não me preocupa. Na verdade, fiquei indiferente, porque o que ela mostra é o mundo gay: os dois estilistas são gays e, supõe-se, os modelos da propaganda também", explicou a assessora.
Para ela, a última campanha publicitária da marca, que foi censurada por mostrar uma mulher segurada pelos pulsos por um homem diante de outros homens que assistem à cena indiferentes, "não parece a representação de um abuso sexual". "A moça não está aterrorizada, aliás, parece ser cúmplice de tudo", afirma.
Talvez, ainda segundo Tiziana, "mais que um abuso, poderíamos falar da condição da mulher que, nessas imagens, é mais um manequim que uma mulher".
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