23/03/2007
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16h41
Massimo Troisi, diretor e ator italiano, que ganhou fama mundial ao interpretar o carteiro que se torna amigo do poeta Pablo Neruda no filme "O Carteiro e o Poeta", virou personagem do livro "Da Domani mi Alzo Tardi" ("Amanhã Acordarei Tarde", em português), escrito por Anna Pavignano.
O romance mostra como seria a vida do artista se não tivesse morrido precocemente --aos 41 anos, por um ataque cardíaco (em 1994)-- antes de desfrutar do sucesso obtido com "O Carteiro e o Poeta".
No livro, Troisi, que optou por viver em uma cidade do campo, resolve voltar à Roma para resgatar o seu passado. Ao chegar de seu exílio voluntário, ele é recebido por dois amigos, Gaetano e Anna (mulher com quem Troisi teve um longo romance) --que o convencem a escrever uma história para um novo filme.
A autora, que era amiga de Troisi e roteirista da maioria de seus filmes, faz com que seu personagem fale em dialeto napolitano. "Mas não pretendo que seja um napolitano correto", esclarece Anna no prefácio da obra. "É, na verdade, uma mistura entre o italiano e o napolitano, parecido com o dialeto que Massimo usava quando queria ser compreendido por todos, mas sem renunciar ao seu modo próprio de se expressar. Foi com esse 'idioma' que escrevi todos os roteiros de seus filmes."
Especial
Leia o que já foi publicado sobre Massimo Troisi
Ator de "O Carteiro e o Poeta" vira personagem de livro
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da Ansa, em RomaMassimo Troisi, diretor e ator italiano, que ganhou fama mundial ao interpretar o carteiro que se torna amigo do poeta Pablo Neruda no filme "O Carteiro e o Poeta", virou personagem do livro "Da Domani mi Alzo Tardi" ("Amanhã Acordarei Tarde", em português), escrito por Anna Pavignano.
O romance mostra como seria a vida do artista se não tivesse morrido precocemente --aos 41 anos, por um ataque cardíaco (em 1994)-- antes de desfrutar do sucesso obtido com "O Carteiro e o Poeta".
No livro, Troisi, que optou por viver em uma cidade do campo, resolve voltar à Roma para resgatar o seu passado. Ao chegar de seu exílio voluntário, ele é recebido por dois amigos, Gaetano e Anna (mulher com quem Troisi teve um longo romance) --que o convencem a escrever uma história para um novo filme.
A autora, que era amiga de Troisi e roteirista da maioria de seus filmes, faz com que seu personagem fale em dialeto napolitano. "Mas não pretendo que seja um napolitano correto", esclarece Anna no prefácio da obra. "É, na verdade, uma mistura entre o italiano e o napolitano, parecido com o dialeto que Massimo usava quando queria ser compreendido por todos, mas sem renunciar ao seu modo próprio de se expressar. Foi com esse 'idioma' que escrevi todos os roteiros de seus filmes."
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