11/05/2007
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18h01
O jornal oficial de Cuba, o "Granma", escreveu que Michael Moore é a próxima "vítima" dos Estados Unidos e fez menções ao macarthismo para falar do caso. O cineasta admitiu que viajou à ilha para filmagens de "Sicko" e que está sob investigação do Departamento do Tesouro americano por violar o embargo dos EUA imposto ao regime de Fidel. Moore declarou que não tem nada a esconder.
O diretor levou trabalhadores que atuaram no resgate do 11 de Setembro para Cuba a fim de rodar um trecho de seu filme.
O título do artigo cubano é "Michal Moore, a próxima vítima do bloqueio?", assinado pelo crítico de cultura, Pedro de la Hoz.
Em uma nota sobre o assunto, Moore afirmou: "Eu não violei leis e não tenho nada para esconder".
O jornal citou a perseguição aos comunistas que aconteceu nos EUA depois da Segunda Guerra Mundial. "Qualquer semelhança com o macarthismo não é mera coincidência, mas sim a confirmação da filosofia imperial da censura", diz o texto.
Moore é um crítico severo do presidente George W. Bush. "Sicko" critica a indústria da saúde. Ele já falou sobre a indústria de armas em "Tiros em Columbine" (2002) e enfocou o ataque às torres gêmeas em "Fahrenheit - 11 de Setembro" (2004).
Com France Presse e Associated Press
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da Folha OnlineO jornal oficial de Cuba, o "Granma", escreveu que Michael Moore é a próxima "vítima" dos Estados Unidos e fez menções ao macarthismo para falar do caso. O cineasta admitiu que viajou à ilha para filmagens de "Sicko" e que está sob investigação do Departamento do Tesouro americano por violar o embargo dos EUA imposto ao regime de Fidel. Moore declarou que não tem nada a esconder.
| Charlie Neibergall/AP |
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| Michael Moore afirmou não ter feito nada ilegal |
O título do artigo cubano é "Michal Moore, a próxima vítima do bloqueio?", assinado pelo crítico de cultura, Pedro de la Hoz.
Em uma nota sobre o assunto, Moore afirmou: "Eu não violei leis e não tenho nada para esconder".
O jornal citou a perseguição aos comunistas que aconteceu nos EUA depois da Segunda Guerra Mundial. "Qualquer semelhança com o macarthismo não é mera coincidência, mas sim a confirmação da filosofia imperial da censura", diz o texto.
Moore é um crítico severo do presidente George W. Bush. "Sicko" critica a indústria da saúde. Ele já falou sobre a indústria de armas em "Tiros em Columbine" (2002) e enfocou o ataque às torres gêmeas em "Fahrenheit - 11 de Setembro" (2004).
Com France Presse e Associated Press
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