16/05/2007
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15h40
O negativo de "Sicko", um documentário de denúncia do sistema de saúde americano, dirigido pelo cineasta americano Michael Moore, está guardado a sete chaves e fora dos Estados Unidos, segundo informações da produtora de Moore. A companhia Dog Eat Dog Films reforçou a segurança do original polêmico.
A apresentação do filme no Festival de Cannes, no sul da França, ocorre no sábado (19).
Há uma investigação do Departamento de Estado americano sobre Moore, acusado de violar o embargo americano a Cuba por ter levado à ilha um grupo que trabalhou no 11 de Setembro para tratamento médico na ilha durante as filmagens do documentário.
Em uma carta publicada no site do cineasta, Moore alfineta o senador Fred Thompson que publicou um editorial criticando a conduta do cineasta.
No dia 2 de maio, o cineasta foi notificado de que sofre a investigação civil por uma carta do Departamento do Tesouro. O cineasta admitiu que viajou à ilha. "Eu não violei leis e não tenho nada para esconder", declarou o diretor.
Cuba saiu em defesa do cineasta e acusou o governo norte-americano de voltar ao macarthismo.
Moore possui um bom histórico em Cannes. "Tiros em Columbine" (2002) fez sucesso no festival e "Fahrenheit - 11 de Setembro" (2004) levou o prêmio máximo do evento francês, a Palma de Ouro.
Com France Presse
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da Folha OnlineO negativo de "Sicko", um documentário de denúncia do sistema de saúde americano, dirigido pelo cineasta americano Michael Moore, está guardado a sete chaves e fora dos Estados Unidos, segundo informações da produtora de Moore. A companhia Dog Eat Dog Films reforçou a segurança do original polêmico.
| Andrew Gombert/EFE |
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| Moore guarda negativos de filme fora dos EUA |
Há uma investigação do Departamento de Estado americano sobre Moore, acusado de violar o embargo americano a Cuba por ter levado à ilha um grupo que trabalhou no 11 de Setembro para tratamento médico na ilha durante as filmagens do documentário.
Em uma carta publicada no site do cineasta, Moore alfineta o senador Fred Thompson que publicou um editorial criticando a conduta do cineasta.
No dia 2 de maio, o cineasta foi notificado de que sofre a investigação civil por uma carta do Departamento do Tesouro. O cineasta admitiu que viajou à ilha. "Eu não violei leis e não tenho nada para esconder", declarou o diretor.
Cuba saiu em defesa do cineasta e acusou o governo norte-americano de voltar ao macarthismo.
Moore possui um bom histórico em Cannes. "Tiros em Columbine" (2002) fez sucesso no festival e "Fahrenheit - 11 de Setembro" (2004) levou o prêmio máximo do evento francês, a Palma de Ouro.
Com France Presse
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