Trote
A Claro lançou (e já desativou) um serviço de trote. Bastava mandar um torpedo para a operadora, ao custo de R$ 0,95, e informar o alvo. A companhia apresentava 25 opções de trotes, cada uma com seu personagem. "Gringo", "Gay", "Surdo", "Argentino", "Bíblia" e "Mecânico" eram alguns deles. As pilhérias eram pré-gravadas e abusavam de estereótipos.


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E depois querem criar movimentos "Cansei", criticar o Renan, o Lula, o Collor, a mãe joana.... Cada povo tem aquilo que merece.
Além do mais, os trotes não são "espirituosos": revelam preconceitos, resultantes de uma mentalidade tacanha e minúscula, tanto dos idiotas que tiveram a infeliz idéia, quanto dos imbecis que irão fazer uso do serviço... Não duvido que o (des)serviço oferecido pela Claro (a operadora dos pobres e comprimidos) será um sucesso: soube analisar a "alma" do brasileiro médio e com certeza lucrará muito com isso.
Não adianta ficar reclamando do governo, pedindo mais empregos, saúde e educação, se a mentalidade (que não depende de escola, postos de saúde ou prefeituras, e sim de valores morais que são transmitidos dentro de uma família) não mudar.
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Deve ser ilegal.Façam um Boletim de Ocorrencia!
Eles fazem qualquer coisa por dinheiro.
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