31/07/2002
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02h30
da Folha de S.Paulo
Na semana passada, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou seu Relatório sobre o Desenvolvimento Humano-2002, que mostrou aumento na concentração de renda no Brasil, um dos quatro piores casos do mundo.
Nesse cenário, proliferam iniciativas da sociedade civil para tentar mudar essa situação. Muitas se utilizam de sites para mobilizar pessoas. Com a internet é possível protestar e se informar sobre o terceiro setor, formado por entidades privadas que prestam serviços de interesse público.
A maneira mais simples e difundida de ciberativismo é a ajuda com clique: o internauta entra em um site e, ao clicar ali, uma das empresas que participa do projeto doa algo.
Do site do Greenpeace (www.greenpeace.org.br), por exemplo, dá para mandar uma carta-modelo ao presidente da República exigindo providências contra o desmatamento.
O consumidor pode usar a internet para cobrar seus direitos. Lutas de consumidores indignados com o que consideravam abusos de empresas de telefonia, por exemplo, ganharam projeção graças à rede. Para se informar quanto aos seus direitos, entre em (www.idec.org.br ou www.procon.sp.gov.br.
Outra possibilidade que a rede dá ao cidadão é a de entrar em contato com seu senador, deputado ou vereador. Para encontrar o e-mail do seu senador, entre em www.senado.gov.br. Endereços de deputados federais, estão em www.camara.gov.br; de deputados estaduais, em www.al.sp.gov.br. Para falar com seu vereador, entre em www.camara.sp.gov.br
Outra forma de ativismo on-line é representada pela revista eletrônica NovaE (www.nova-e.inf.br). Ela convida à reflexão sobre a atual conjuntura da sociedade. O editor responsável, Manoel Fernandes Neto, acredita que "o ativismo na rede carece de um tratamento editorial decente. Algumas revistas dedicadas ao assunto são panfletárias demais, perdendo a credibilidade". Ele atribui à internet o poder de aglutinar pessoas em torno de uma proposta. É nesse poder que acreditam outros sites promotores de discussões sobre temas que incomodam o internauta consciente.
Um deles é o Ciranda Internacional de Informação Independente (www.ciranda.net), que trabalha sob o lema "para que outro mundo seja possível, é preciso reinventar o jornalismo crítico".
Consulte também a Revista Fórum (www.revistaforum.com.br), o Espaço Acadêmico (www.espacoacademico.com.br), o Correio da Cidadania (www.correiocidadania.com.br) e o site www.ativismo.cjb.net.
Contando com a capacidade da rede de difundir informações, a página www.foto.art.br/info/artigos/liberdade reúne lista de links para sites que incitam a reflexão sobre os mais variados problemas. Em http://ix.joal.net/pt/Regional/Brasil/Governo/AtivismoPolitico, há lista para ativistas em potencial.
Embora esteja desativado desde 2000, o Guia do Ativismo On-line (http://members.tripod.com/ProtestoMC/index.html) leva a sites dedicados a iniciativas ainda em curso, como a campanha Mega-Ajuda (www.megaajuda.com.br), que pede doações de micros para distribuição em planos de inclusão digital.
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HELOISA HELENA LUPINACCIda Folha de S.Paulo
Na semana passada, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou seu Relatório sobre o Desenvolvimento Humano-2002, que mostrou aumento na concentração de renda no Brasil, um dos quatro piores casos do mundo.
Nesse cenário, proliferam iniciativas da sociedade civil para tentar mudar essa situação. Muitas se utilizam de sites para mobilizar pessoas. Com a internet é possível protestar e se informar sobre o terceiro setor, formado por entidades privadas que prestam serviços de interesse público.
A maneira mais simples e difundida de ciberativismo é a ajuda com clique: o internauta entra em um site e, ao clicar ali, uma das empresas que participa do projeto doa algo.
Do site do Greenpeace (www.greenpeace.org.br), por exemplo, dá para mandar uma carta-modelo ao presidente da República exigindo providências contra o desmatamento.
O consumidor pode usar a internet para cobrar seus direitos. Lutas de consumidores indignados com o que consideravam abusos de empresas de telefonia, por exemplo, ganharam projeção graças à rede. Para se informar quanto aos seus direitos, entre em (www.idec.org.br ou www.procon.sp.gov.br.
Outra possibilidade que a rede dá ao cidadão é a de entrar em contato com seu senador, deputado ou vereador. Para encontrar o e-mail do seu senador, entre em www.senado.gov.br. Endereços de deputados federais, estão em www.camara.gov.br; de deputados estaduais, em www.al.sp.gov.br. Para falar com seu vereador, entre em www.camara.sp.gov.br
Outra forma de ativismo on-line é representada pela revista eletrônica NovaE (www.nova-e.inf.br). Ela convida à reflexão sobre a atual conjuntura da sociedade. O editor responsável, Manoel Fernandes Neto, acredita que "o ativismo na rede carece de um tratamento editorial decente. Algumas revistas dedicadas ao assunto são panfletárias demais, perdendo a credibilidade". Ele atribui à internet o poder de aglutinar pessoas em torno de uma proposta. É nesse poder que acreditam outros sites promotores de discussões sobre temas que incomodam o internauta consciente.
Um deles é o Ciranda Internacional de Informação Independente (www.ciranda.net), que trabalha sob o lema "para que outro mundo seja possível, é preciso reinventar o jornalismo crítico".
Consulte também a Revista Fórum (www.revistaforum.com.br), o Espaço Acadêmico (www.espacoacademico.com.br), o Correio da Cidadania (www.correiocidadania.com.br) e o site www.ativismo.cjb.net.
Contando com a capacidade da rede de difundir informações, a página www.foto.art.br/info/artigos/liberdade reúne lista de links para sites que incitam a reflexão sobre os mais variados problemas. Em http://ix.joal.net/pt/Regional/Brasil/Governo/AtivismoPolitico, há lista para ativistas em potencial.
Embora esteja desativado desde 2000, o Guia do Ativismo On-line (http://members.tripod.com/ProtestoMC/index.html) leva a sites dedicados a iniciativas ainda em curso, como a campanha Mega-Ajuda (www.megaajuda.com.br), que pede doações de micros para distribuição em planos de inclusão digital.
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