07/08/2002
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12h13
As pessoas que estão fazendo a troca pelo digital estão começando a usar as novas câmeras de maneiras que não teriam imaginado com as máquinas convencionais.
Uma das maiores mudanças é o resultado final: apenas 12% das fotos digitais são impressas, disse Pageau. E isso modificou o hábito de organizar fotos compulsivamente em álbuns (ou guardá-las em caixas de sapatos).
"Estamos começando a tirar fotos não apenas para guardar conosco, mas para tocar as pessoas, estender um momento ou uma presença", disse John Seely Brown, recém-aposentado cientista-chefe da Xerox e autor de "The Social Life of Information".
Ele citou como exemplo a crescente prática de enviar fotos por e-mail. "É a idéia de usar a imagem para me comunicar com alguém naquele momento", explicou. "Estou mais interessado em comunicar-me com a pessoa do que em ter uma foto que eu possa guardar num álbum."
Foi isso que fez o psiquiatra Arthur Kornhaber, de Ojai, Califórnia, quando usou sua máquina Nikon Coolpix 775 para registrar o segundo aniversário de sua neta.
"Em meia hora já tínhamos colocado as fotos na rede e as enviado a membros da família em Nova York, Los Alamos e Los Angeles", contou.
Outra novidade que está começando a ganhar popularidade é a dos álbuns eletrônicos -programas de software preparados para parecer álbuns convencionais, com função "virar página" e todo o resto.
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do The New York Times/CircuitsAs pessoas que estão fazendo a troca pelo digital estão começando a usar as novas câmeras de maneiras que não teriam imaginado com as máquinas convencionais.
Uma das maiores mudanças é o resultado final: apenas 12% das fotos digitais são impressas, disse Pageau. E isso modificou o hábito de organizar fotos compulsivamente em álbuns (ou guardá-las em caixas de sapatos).
"Estamos começando a tirar fotos não apenas para guardar conosco, mas para tocar as pessoas, estender um momento ou uma presença", disse John Seely Brown, recém-aposentado cientista-chefe da Xerox e autor de "The Social Life of Information".
Ele citou como exemplo a crescente prática de enviar fotos por e-mail. "É a idéia de usar a imagem para me comunicar com alguém naquele momento", explicou. "Estou mais interessado em comunicar-me com a pessoa do que em ter uma foto que eu possa guardar num álbum."
Foi isso que fez o psiquiatra Arthur Kornhaber, de Ojai, Califórnia, quando usou sua máquina Nikon Coolpix 775 para registrar o segundo aniversário de sua neta.
"Em meia hora já tínhamos colocado as fotos na rede e as enviado a membros da família em Nova York, Los Alamos e Los Angeles", contou.
Outra novidade que está começando a ganhar popularidade é a dos álbuns eletrônicos -programas de software preparados para parecer álbuns convencionais, com função "virar página" e todo o resto.
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