09/02/2005
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13h34
Um terço das crianças britânicas não recebem instruções sobre como usar a internet com segurança, afirma um estudo realizado no Reino Unido. Essa falta de informação facilita o contato do público infantil com material pornográfico e com pedófilos.
A pesquisa realizada pela London School of Economics também mostra que o risco é proporcional à familiaridade que os menores têm com a rede. Por isso, aqueles que visitam um número restrito de sites e restringem a navegação têm menos chances de encontrar pessoas mal intencionadas no universo virtual.
O estudo --realizado com 1.500 jovens com idade entre 9 e 19 anos-- mostra que mesmo aqueles supervisionados pelos pais não estão livres dos perigos.
"Estamos falando de crianças que entram em salas de bate-papo e podem encontrar-se fisicamente com pessoas que conhecem nesses lugares", afirmou Sonia Livingstone, responsável pela pesquisa, segundo a "BBC".
De acordo com a especialista, o estudo partiu da premissa que, conforme familiarizavam-se com a rede, as crianças ficavam menos suscetíveis aos riscos. "Descobrimos exatamente o contrário", disse.
"A restrição do uso da internet diminui os riscos, mas também restringe as oportunidades de aprendizado on-line", continua Livingstone. Para ela, apenas medidas mais rígidas de segurança poderão contribuir para a redução, daqui a pelo menos cinco anos, da pedofilia na rede.
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da Folha OnlineUm terço das crianças britânicas não recebem instruções sobre como usar a internet com segurança, afirma um estudo realizado no Reino Unido. Essa falta de informação facilita o contato do público infantil com material pornográfico e com pedófilos.
A pesquisa realizada pela London School of Economics também mostra que o risco é proporcional à familiaridade que os menores têm com a rede. Por isso, aqueles que visitam um número restrito de sites e restringem a navegação têm menos chances de encontrar pessoas mal intencionadas no universo virtual.
O estudo --realizado com 1.500 jovens com idade entre 9 e 19 anos-- mostra que mesmo aqueles supervisionados pelos pais não estão livres dos perigos.
"Estamos falando de crianças que entram em salas de bate-papo e podem encontrar-se fisicamente com pessoas que conhecem nesses lugares", afirmou Sonia Livingstone, responsável pela pesquisa, segundo a "BBC".
De acordo com a especialista, o estudo partiu da premissa que, conforme familiarizavam-se com a rede, as crianças ficavam menos suscetíveis aos riscos. "Descobrimos exatamente o contrário", disse.
"A restrição do uso da internet diminui os riscos, mas também restringe as oportunidades de aprendizado on-line", continua Livingstone. Para ela, apenas medidas mais rígidas de segurança poderão contribuir para a redução, daqui a pelo menos cinco anos, da pedofilia na rede.
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