29/08/2005
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12h13
O criador de um software desenvolvido especialmente para internautas ciumentos pode ser condenado a 175 anos de prisão nos EUA. O programador Carlos Enrique Perez-Melara, 25, e quatro pessoas que compraram o software foram indiciadas por violar leis federais relacionadas à privacidade.
O programa Loverspy foi desenvolvido para que os ciumentos controlassem as atividades virtuais de seus amados.
Para instalar o código espião no micro das vítimas, os "apaixonados" mandavam um cartão virtual com flores e bichinhos animados. Quando seus "amados" abriam a mensagem, faziam um download involuntário no micro e passavam a ser monitorados.
Todas as informações da navegação eram enviadas a Perez-Melara e, então, repassadas para seus clientes. O responsável pelo código responderá por 35 tipos de crime --entre eles desenvolvimento, envio e divulgação de um programa que dava acesso não-autorizado a informações.
Quatro pessoas que compraram o software e o venderam na internet por US$ 89 podem pegar cinco anos de prisão e pagar multas de US$ 250 mil.
De acordo com autoridades norte-americanas, que não divulgaram a data do julgamento de Perez-Melara, cerca de 1.000 cópias do programa foram vendidas em todo o mundo.
Com agências internacionais
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"Software para ciumentos" pode render prisão a programador
da Folha OnlineO criador de um software desenvolvido especialmente para internautas ciumentos pode ser condenado a 175 anos de prisão nos EUA. O programador Carlos Enrique Perez-Melara, 25, e quatro pessoas que compraram o software foram indiciadas por violar leis federais relacionadas à privacidade.
O programa Loverspy foi desenvolvido para que os ciumentos controlassem as atividades virtuais de seus amados.
Para instalar o código espião no micro das vítimas, os "apaixonados" mandavam um cartão virtual com flores e bichinhos animados. Quando seus "amados" abriam a mensagem, faziam um download involuntário no micro e passavam a ser monitorados.
Todas as informações da navegação eram enviadas a Perez-Melara e, então, repassadas para seus clientes. O responsável pelo código responderá por 35 tipos de crime --entre eles desenvolvimento, envio e divulgação de um programa que dava acesso não-autorizado a informações.
Quatro pessoas que compraram o software e o venderam na internet por US$ 89 podem pegar cinco anos de prisão e pagar multas de US$ 250 mil.
De acordo com autoridades norte-americanas, que não divulgaram a data do julgamento de Perez-Melara, cerca de 1.000 cópias do programa foram vendidas em todo o mundo.
Com agências internacionais
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