02/09/2005
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14h17
A empresa de buscas Google pediu que editoras européias ofereçam publicações para o Google Print --a iniciativa, em versão beta na internet, tem como objetivo disponibilizar na web trechos de diversos livros.
A iniciativa marca a abertura do projeto para editoras na França, Itália, Holanda e Espanha. O banco de dados do Google conta com livros escritos em cerca de cem línguas, mas todo o material tinha como origem editoras norte-americanas, canadenses ou australianas.
Especialistas criticaram a seleção inicial, dizendo que ela favorecia a cultura norte-americana. "Isso pode levar a um desequilíbrio que beneficiará uma única visão do mundo. Essa transformação é um perigo", afirmou Jean-Noel Jeanneney, presidente da Biblioteca Nacional da França, em entrevista à agência de notícias Associated Press.
Para combater essa possível ameaça, países europeus se uniram há alguns meses e discutiram a criação de uma biblioteca digital européia. França, Alemanha, Itália, Espanha, Polônia e Hungria consideraram o projeto.
Com agências internacionais
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da Folha OnlineA empresa de buscas Google pediu que editoras européias ofereçam publicações para o Google Print --a iniciativa, em versão beta na internet, tem como objetivo disponibilizar na web trechos de diversos livros.
A iniciativa marca a abertura do projeto para editoras na França, Itália, Holanda e Espanha. O banco de dados do Google conta com livros escritos em cerca de cem línguas, mas todo o material tinha como origem editoras norte-americanas, canadenses ou australianas.
Especialistas criticaram a seleção inicial, dizendo que ela favorecia a cultura norte-americana. "Isso pode levar a um desequilíbrio que beneficiará uma única visão do mundo. Essa transformação é um perigo", afirmou Jean-Noel Jeanneney, presidente da Biblioteca Nacional da França, em entrevista à agência de notícias Associated Press.
Para combater essa possível ameaça, países europeus se uniram há alguns meses e discutiram a criação de uma biblioteca digital européia. França, Alemanha, Itália, Espanha, Polônia e Hungria consideraram o projeto.
Com agências internacionais
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