04/11/2005
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10h11
A Microsoft chegou a um acordo com a Biblioteca Britânica para digitalizar 25 milhões de páginas impressas, equivalentes a cerca de 100 mil volumes. O acordo permitirá ao gigante americano da informática colocar cópias digitais desses livros na internet.
Segundo o jornal britânico "Financial Times", o acordo assustou a Comissão Européia (CE, braço executivo do bloco europeu), que anunciou seu próprio plano para preservar em versão digital o legado visual e escrito do velho continente.
A aliança com a Biblioteca Britânica é interpretada como uma tentativa por parte da Microsoft de recuperar o terreno perdido em sua batalha com o concorrente Google, que lançou oficialmente ontem sua biblioteca digital.
Os livros, jornais, mapas e manuscritos digitalizados no contexto do novo acordo entre a Microsoft e a Biblioteca Britânica estarão disponíveis no site dessa instituição e em um serviço especial que será lançado na versão de testes no próximo ano.
Embora ainda não esteja decidido definitivamente o modelo comercial, acredita-se que a Microsoft oferecerá uma combinação de serviços gratuitos apoiados pela publicidade e certos conteúdos pelos quais os usuários deverão pagar.
Enquanto isso, o Google enfrenta um processo da indústria editorial americana, que o acusa de digitalizar livros protegidos pelo direito de propriedade intelectual.
O Google, no entanto, se juntou à Biblioteca Pública de Nova York, assim como às bibliotecas das universidades de Harvard, Stanford, Michigan e Oxford, para digitalizar milhares de livros publicados antes de 1923 e considerados de domínio público.
A Microsoft fará um investimento inicial de US$ 2,5 milhões na Biblioteca Britânica no ano que vem. Embora na "fase piloto" serão digitalizados apenas 10 mil livros, a Microsoft deixou bem claro que sua aliança com a Biblioteca Britânica é a longo prazo.
A operação será realizada em conjunto com a chamada OCA (Aliança do Conteúdo Aberto, em tradução livre), consórcio de grupos beneficentes e privados liderados pelo Yahoo! e que é considerado uma resposta à operação lançada pelo Google.
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Microsoft digitaliza Biblioteca Britânica
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da Efe, em LondresA Microsoft chegou a um acordo com a Biblioteca Britânica para digitalizar 25 milhões de páginas impressas, equivalentes a cerca de 100 mil volumes. O acordo permitirá ao gigante americano da informática colocar cópias digitais desses livros na internet.
Segundo o jornal britânico "Financial Times", o acordo assustou a Comissão Européia (CE, braço executivo do bloco europeu), que anunciou seu próprio plano para preservar em versão digital o legado visual e escrito do velho continente.
A aliança com a Biblioteca Britânica é interpretada como uma tentativa por parte da Microsoft de recuperar o terreno perdido em sua batalha com o concorrente Google, que lançou oficialmente ontem sua biblioteca digital.
Os livros, jornais, mapas e manuscritos digitalizados no contexto do novo acordo entre a Microsoft e a Biblioteca Britânica estarão disponíveis no site dessa instituição e em um serviço especial que será lançado na versão de testes no próximo ano.
Embora ainda não esteja decidido definitivamente o modelo comercial, acredita-se que a Microsoft oferecerá uma combinação de serviços gratuitos apoiados pela publicidade e certos conteúdos pelos quais os usuários deverão pagar.
Enquanto isso, o Google enfrenta um processo da indústria editorial americana, que o acusa de digitalizar livros protegidos pelo direito de propriedade intelectual.
O Google, no entanto, se juntou à Biblioteca Pública de Nova York, assim como às bibliotecas das universidades de Harvard, Stanford, Michigan e Oxford, para digitalizar milhares de livros publicados antes de 1923 e considerados de domínio público.
A Microsoft fará um investimento inicial de US$ 2,5 milhões na Biblioteca Britânica no ano que vem. Embora na "fase piloto" serão digitalizados apenas 10 mil livros, a Microsoft deixou bem claro que sua aliança com a Biblioteca Britânica é a longo prazo.
A operação será realizada em conjunto com a chamada OCA (Aliança do Conteúdo Aberto, em tradução livre), consórcio de grupos beneficentes e privados liderados pelo Yahoo! e que é considerado uma resposta à operação lançada pelo Google.
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