08/11/2005
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10h19
O site de troca de arquivos Grokster deixará de oferecer este serviço aos internautas, além de pagar uma multa de US$ 50 milhões relacionada a processos de pirataria digital.
A decisão, anunciada ontem, proíbe que o site contribua --direta ou indiretamente-- com a troca ilegal de arquivos e que distribua seu software para internautas.
Os executivos do Grokster afirmam ter planos de lançar um serviço legal e pago chamado "Grokster 3G" até o final do ano. Para isso, eles terão de se unir a uma empresa --o palpite mais óbvio é a Mashboxx, um site "autorizado" de troca de arquivos fundado por Wayne Rosso, ex-presidente do Grokster.
"A Suprema Corte dos Estados Unidos classifica como ilegal o uso deste serviço para a troca de conteúdo protegido pelos direitos autorais", diz um texto publicado no www.grokster.com.
"Há serviços legais para baixar músicas e filmes. Este [o Grokster] não é um deles", continua a mensagem. Ainda não se sabe se concorrentes do Grokster, como o Morpheus, seguirão a iniciativa e deixarão de oferecer seus serviços na internet.
Histórico
Em junho, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que empresas como o Grokster poderiam ser responsabilizadas judicialmente pela violação de direitos autorais cometida por seus usuários.
Na época, a Corte decidiu reverter decisões de instâncias inferiores que consideravam inocentes as empresas que desenvolviam tecnologia utilizada, em muitos casos, para a pirataria.
A ação foi apresentada por um grupo de 28 estúdios de Hollywood e gravadoras em 2001, argumentando que a livre troca de arquivos pela internet promovia a violação dos direitos autorais.
Leia mais
Estúdios e gravadoras dos EUA fiscalizarão pirataria na Internet2
Especial
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Site de troca de arquivos "sai" da web
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da Folha OnlineO site de troca de arquivos Grokster deixará de oferecer este serviço aos internautas, além de pagar uma multa de US$ 50 milhões relacionada a processos de pirataria digital.
A decisão, anunciada ontem, proíbe que o site contribua --direta ou indiretamente-- com a troca ilegal de arquivos e que distribua seu software para internautas.
Os executivos do Grokster afirmam ter planos de lançar um serviço legal e pago chamado "Grokster 3G" até o final do ano. Para isso, eles terão de se unir a uma empresa --o palpite mais óbvio é a Mashboxx, um site "autorizado" de troca de arquivos fundado por Wayne Rosso, ex-presidente do Grokster.
"A Suprema Corte dos Estados Unidos classifica como ilegal o uso deste serviço para a troca de conteúdo protegido pelos direitos autorais", diz um texto publicado no www.grokster.com.
"Há serviços legais para baixar músicas e filmes. Este [o Grokster] não é um deles", continua a mensagem. Ainda não se sabe se concorrentes do Grokster, como o Morpheus, seguirão a iniciativa e deixarão de oferecer seus serviços na internet.
Histórico
Em junho, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que empresas como o Grokster poderiam ser responsabilizadas judicialmente pela violação de direitos autorais cometida por seus usuários.
Na época, a Corte decidiu reverter decisões de instâncias inferiores que consideravam inocentes as empresas que desenvolviam tecnologia utilizada, em muitos casos, para a pirataria.
A ação foi apresentada por um grupo de 28 estúdios de Hollywood e gravadoras em 2001, argumentando que a livre troca de arquivos pela internet promovia a violação dos direitos autorais.
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