01/02/2006
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16h06
Piratas virtuais brasileiros já aproveitam o interesse dos internautas na Copa do Mundo da Alemanha-2006 para espalhar vírus. Uma das primeiras mensagens distribuídas no país com este tema chega em nome da Mastercard, dizendo que o destinatário e sua família ganharam uma viagem com tudo pago para o evento.
Quando a vítima em potencial clica em um link para "preencher os dados necessários", ela instala o código malicioso PWS.Banker. A praga, que figurou entre as mais ativas da América Latina em 2005, tem como objetivo roubar dados pessoais dos usuários.
A tática leva o nome de Phishing Scam. Com estas informações, os piratas podem, por exemplo, realizar transações financeiras sem o consentimento dos titulares de contas bancárias. Estima-se que, no ano passado, instituições financeiras brasileiras perderam cerca de R$ 300 milhões com golpes virtuais.
"Em ano de Copa do Mundo, é preciso triplicar a atenção com mensagens similares a esta, pois elas usam o nome de empresas sérias da área financeira como isca para os usuários", afirma Patrícia Pegoraro Ammirabile, analista da empresa de segurança McAfee.
A especialista lembra que as companhias não pedem os dados pessoais de seus clientes via e-mail. Em caso de dúvida, os usuários devem sempre entrar em contato com o suposto remetente antes de abrir a mensagem (clique aqui para ver outras dicas de segurança).

De fato, a Mastercard tem uma promoção parecida com esta citada pelos piratas. No entanto, basta um pouco de atenção para que os usuários identifiquem a farsa.
A mensagem dos piratas contém erros de grafia e só cita que o internauta ganhou as viagens no terceiro parágrafo (esta informação também está no título). Além disso, dificilmente o vencedor de uma promoção pode dividir o prêmio com toda a sua família --a Mastercard, por exemplo, limita o número de acompanhantes a três pessoas.
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Falsa promoção da Copa-2006 instala vírus no PC
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da Folha OnlinePiratas virtuais brasileiros já aproveitam o interesse dos internautas na Copa do Mundo da Alemanha-2006 para espalhar vírus. Uma das primeiras mensagens distribuídas no país com este tema chega em nome da Mastercard, dizendo que o destinatário e sua família ganharam uma viagem com tudo pago para o evento.
Quando a vítima em potencial clica em um link para "preencher os dados necessários", ela instala o código malicioso PWS.Banker. A praga, que figurou entre as mais ativas da América Latina em 2005, tem como objetivo roubar dados pessoais dos usuários.
A tática leva o nome de Phishing Scam. Com estas informações, os piratas podem, por exemplo, realizar transações financeiras sem o consentimento dos titulares de contas bancárias. Estima-se que, no ano passado, instituições financeiras brasileiras perderam cerca de R$ 300 milhões com golpes virtuais.
"Em ano de Copa do Mundo, é preciso triplicar a atenção com mensagens similares a esta, pois elas usam o nome de empresas sérias da área financeira como isca para os usuários", afirma Patrícia Pegoraro Ammirabile, analista da empresa de segurança McAfee.
A especialista lembra que as companhias não pedem os dados pessoais de seus clientes via e-mail. Em caso de dúvida, os usuários devem sempre entrar em contato com o suposto remetente antes de abrir a mensagem (clique aqui para ver outras dicas de segurança).

De fato, a Mastercard tem uma promoção parecida com esta citada pelos piratas. No entanto, basta um pouco de atenção para que os usuários identifiquem a farsa.
A mensagem dos piratas contém erros de grafia e só cita que o internauta ganhou as viagens no terceiro parágrafo (esta informação também está no título). Além disso, dificilmente o vencedor de uma promoção pode dividir o prêmio com toda a sua família --a Mastercard, por exemplo, limita o número de acompanhantes a três pessoas.
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