02/02/2006
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13h49
A partir de agosto, 20 pombos equipados com "mochilas" vão ajudar cientistas a monitorar a poluição do ar nos Estados Unidos. Eles serão soltos nos céus de San José, na Califórnia, e toda a informação coletada será transmitida automaticamente para um blog.
Cada ave vai carregar um aparelho de GPS (localização por satélite), sensores de poluição e um modelo básico de telefone celular em suas costas. Além disso, uma pequena câmera será fixada no pescoço dos pombos para registrar imagens aéreas. Todos os itens foram adaptados para o projeto.
As fotos e as mensagens de texto sobre as condições do ar serão transmitidas automaticamente do celular para o blog. Especialistas da Universidade da Califórnia em Irvine, que criaram o projeto, ainda não divulgaram o endereço do site que terá as informações.
A professora Beatriz da Costa e dois de seus alunos são os responsáveis pela iniciativa. Eles criaram um protótipo da mochila e também dos aparelhos, que tiveram de ser adaptados. "Colocamos as funções de sensores de poluição em um telefone celular", afirmou Costa à revista "New Scientist".
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da Folha OnlineA partir de agosto, 20 pombos equipados com "mochilas" vão ajudar cientistas a monitorar a poluição do ar nos Estados Unidos. Eles serão soltos nos céus de San José, na Califórnia, e toda a informação coletada será transmitida automaticamente para um blog.
Cada ave vai carregar um aparelho de GPS (localização por satélite), sensores de poluição e um modelo básico de telefone celular em suas costas. Além disso, uma pequena câmera será fixada no pescoço dos pombos para registrar imagens aéreas. Todos os itens foram adaptados para o projeto.
As fotos e as mensagens de texto sobre as condições do ar serão transmitidas automaticamente do celular para o blog. Especialistas da Universidade da Califórnia em Irvine, que criaram o projeto, ainda não divulgaram o endereço do site que terá as informações.
A professora Beatriz da Costa e dois de seus alunos são os responsáveis pela iniciativa. Eles criaram um protótipo da mochila e também dos aparelhos, que tiveram de ser adaptados. "Colocamos as funções de sensores de poluição em um telefone celular", afirmou Costa à revista "New Scientist".
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