03/02/2006
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12h37
Enquanto especialistas de Nova York trabalham para permitir o funcionamento de celulares no metrô, grande parte da população critica a iniciativa. Isso porque, dizem, o único lugar onde as pessoas ficam livres de seus telefones celulares deve desaparecer. Ainda não há previsão de quando o serviço poderá ser oferecido.
"É hora de as pessoas se desligarem um pouco. Eu preciso do meu celular, mas acho positivo o fato de as pessoas não conseguirem me encontrar quando estou no metrô", disse o personal trainer Jon Giswold à agência de notícias Reuters.
Segundo James Katz, diretor do Centro de Estudos de Comunicações Móveis da Universidade New Brunswick, o projeto de telefones móveis no metrô já pode ser colocado em prática. "Mais do que a tecnologia e recursos, os aspectos sociais oferecem resistência."
Katz afirma que, no geral, os executivos torcem para que o projeto saia logo do papel --eles querem fazer ligações em qualquer local, mesmo que possam incomodar outras pessoas com isso. Já os estudantes, turistas e aqueles que passeiam pela cidade são contra.
A organização Straphangers Campaign, que representa o interesse daqueles que usam o metrô, confirma esta divisão. "Há pessoas que não querem se desconectar do mundo, enquanto outras querem momentos de quietude quando vão de um lugar para outro."
Com agências internacionais
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da Folha OnlineEnquanto especialistas de Nova York trabalham para permitir o funcionamento de celulares no metrô, grande parte da população critica a iniciativa. Isso porque, dizem, o único lugar onde as pessoas ficam livres de seus telefones celulares deve desaparecer. Ainda não há previsão de quando o serviço poderá ser oferecido.
"É hora de as pessoas se desligarem um pouco. Eu preciso do meu celular, mas acho positivo o fato de as pessoas não conseguirem me encontrar quando estou no metrô", disse o personal trainer Jon Giswold à agência de notícias Reuters.
Segundo James Katz, diretor do Centro de Estudos de Comunicações Móveis da Universidade New Brunswick, o projeto de telefones móveis no metrô já pode ser colocado em prática. "Mais do que a tecnologia e recursos, os aspectos sociais oferecem resistência."
Katz afirma que, no geral, os executivos torcem para que o projeto saia logo do papel --eles querem fazer ligações em qualquer local, mesmo que possam incomodar outras pessoas com isso. Já os estudantes, turistas e aqueles que passeiam pela cidade são contra.
A organização Straphangers Campaign, que representa o interesse daqueles que usam o metrô, confirma esta divisão. "Há pessoas que não querem se desconectar do mundo, enquanto outras querem momentos de quietude quando vão de um lugar para outro."
Com agências internacionais
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