02/06/2006
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13h53
No último ano, a internet ganhou cerca de 186 mil sites voltados para usuários que se interessam por esporte. Um estudo divulgado pela Websense afirma este número representa um aumento global de 56% --de 329,8 mil sites em junho de 2005 para 515,78 mil páginas atualmente.
Segundo a empresa de soluções de segurança e produtividade web, as páginas oferecem, entre outro tipo de conteúdo, vídeos e placares em tempo real, estatísticas sobre jogadores e análises. Por conta da Copa, é provável que muitos funcionários acompanhem jogos via internet quando não forem dispensados do trabalho.
"Para as empresas que dispõem de bastante banda não haverá problemas. Já as que contam com uma largura de banda mais ajustada devem se precaver e reservar um espaço nos horários estabelecidos para os jogos, evitando assim os picos de consumo que podem comprometer os negócios", afirma Marcos Prado, gerente de desenvolvimento de canais para a América Latina da Websense.
O estudo Web@Work 2006, desta mesma empresa, afirma que 65% dos homens entrevistados nos Estados Unidos admitem acessar sites não-relacionados ao trabalho no horário do expediente --entre as mulheres, esta porcentagem cai para 58%. Durante estas "escapadas", 42% dos homens e 18% das mulheres navegam em páginas sobre esportes.
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Impulsionada pela Copa, web ganha 186 mil sites esportivos
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da Folha OnlineNo último ano, a internet ganhou cerca de 186 mil sites voltados para usuários que se interessam por esporte. Um estudo divulgado pela Websense afirma este número representa um aumento global de 56% --de 329,8 mil sites em junho de 2005 para 515,78 mil páginas atualmente.
Segundo a empresa de soluções de segurança e produtividade web, as páginas oferecem, entre outro tipo de conteúdo, vídeos e placares em tempo real, estatísticas sobre jogadores e análises. Por conta da Copa, é provável que muitos funcionários acompanhem jogos via internet quando não forem dispensados do trabalho.
"Para as empresas que dispõem de bastante banda não haverá problemas. Já as que contam com uma largura de banda mais ajustada devem se precaver e reservar um espaço nos horários estabelecidos para os jogos, evitando assim os picos de consumo que podem comprometer os negócios", afirma Marcos Prado, gerente de desenvolvimento de canais para a América Latina da Websense.
O estudo Web@Work 2006, desta mesma empresa, afirma que 65% dos homens entrevistados nos Estados Unidos admitem acessar sites não-relacionados ao trabalho no horário do expediente --entre as mulheres, esta porcentagem cai para 58%. Durante estas "escapadas", 42% dos homens e 18% das mulheres navegam em páginas sobre esportes.
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