12/06/2006
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12h01
O número de conexões banda larga em residências de todo o mundo deve dobrar nos próximos cinco anos, segundo um estudo da consultoria IDC --irá dos atuais 205 milhões para cerca de 400 milhões até o final de 2010.
A consultoria afirma que a popularização está ligada, entre outros fatores, a mensalidades mais baixas e serviços voltados para internautas com conexão rápida --caso de vídeos pela internet. "Em 2010, a banda larga responderá por três a cada quatro conexões domésticas à internet", prevê Amy Harris Lind, analista da IDC.
Esta mesma pesquisa diz que, até o final de 2010, o faturamento global de empresas que oferecem serviços de banda larga chegará a US$ 122,4 bilhões.
Segundo o Ibope//NetRatings, cerca de 7,4 milhões de brasileiros tinham acesso à banda larga em suas casas no final de 2005. Por conta da adesão desta tecnologia --em 2002 havia 1,5 milhão de usuários no país--, os internautas devem inclusive reforçar o uso da web durante a Copa do Mundo, em busca de informações sobre esportes e replays de lances importantes.
"Em 2002, o horário dos jogos da Copa do Mundo e a baixa penetração da banda larga eram empecilhos para o uso da rede", compara Marcelo Coutinho, diretor-executivo do Ibope Inteligência. Ainda assim, afirma, a audiência domiciliar dos sites esportivos aumentou mais de 40% naquele ano, na época da Copa.
Web 2.0
Com a popularização da banda larga no ambiente doméstico, os internautas passam mais tempo on-line e, assim, também reforçam a tendência da Web 2.0 --termo utilizado para descrever o movimento que enfatiza a troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais.
Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas. Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live --esta página da Microsoft integra ferramenta de busca, e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros.
Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.
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Número de conexões banda larga deve dobrar até 2010
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da Folha OnlineO número de conexões banda larga em residências de todo o mundo deve dobrar nos próximos cinco anos, segundo um estudo da consultoria IDC --irá dos atuais 205 milhões para cerca de 400 milhões até o final de 2010.
A consultoria afirma que a popularização está ligada, entre outros fatores, a mensalidades mais baixas e serviços voltados para internautas com conexão rápida --caso de vídeos pela internet. "Em 2010, a banda larga responderá por três a cada quatro conexões domésticas à internet", prevê Amy Harris Lind, analista da IDC.
Esta mesma pesquisa diz que, até o final de 2010, o faturamento global de empresas que oferecem serviços de banda larga chegará a US$ 122,4 bilhões.
Segundo o Ibope//NetRatings, cerca de 7,4 milhões de brasileiros tinham acesso à banda larga em suas casas no final de 2005. Por conta da adesão desta tecnologia --em 2002 havia 1,5 milhão de usuários no país--, os internautas devem inclusive reforçar o uso da web durante a Copa do Mundo, em busca de informações sobre esportes e replays de lances importantes.
"Em 2002, o horário dos jogos da Copa do Mundo e a baixa penetração da banda larga eram empecilhos para o uso da rede", compara Marcelo Coutinho, diretor-executivo do Ibope Inteligência. Ainda assim, afirma, a audiência domiciliar dos sites esportivos aumentou mais de 40% naquele ano, na época da Copa.
Web 2.0
Com a popularização da banda larga no ambiente doméstico, os internautas passam mais tempo on-line e, assim, também reforçam a tendência da Web 2.0 --termo utilizado para descrever o movimento que enfatiza a troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais.
Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas. Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live --esta página da Microsoft integra ferramenta de busca, e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros.
Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.
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