20/03/2007
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19h08
A professora de matemática acusada de abusar sexualmente de menores foi interrogada hoje pela promotoria da cidade de Lecce, na região da Puglia (sudeste italiano).
O processo foi aberto pela promotoria depois da divulgação de um vídeo no site YouTube, em que aparecem alguns estudantes, todos menores de idade, atrás da professora --abraçando seus quadris e a apalpando, enquanto as calças deixavam descoberta sua calcinha.
A professora, acompanhada de seu advogado Massimo Bellini, chegou pela tarde ao Palácio de Justiça da cidade, onde era aguardada pelo juiz titular da investigação. Para evitar o assédio dos jornalistas, a mulher se escondeu atrás de suas roupas.
A investigação sobre os acontecimentos (ocorridos há um ano, no Instituto Aeronáutico de Lecce) concluiu sua primeira fase, mas ainda continua com a checagem de episódio semelhante supostamente ocorrido no passado --hipótese nascida nos interrogatórios realizados pela polícia.
A mulher, que sempre afirmou ter sido ela a vítima, utilizou seu direito de ficar calada e relatou sua versão dos fatos em um dossiê entregue a uma representante ministerial.
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Professora é acusada de abuso após publicação de vídeo no YouTube
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da Ansa, em Lecce (Itália)A professora de matemática acusada de abusar sexualmente de menores foi interrogada hoje pela promotoria da cidade de Lecce, na região da Puglia (sudeste italiano).
O processo foi aberto pela promotoria depois da divulgação de um vídeo no site YouTube, em que aparecem alguns estudantes, todos menores de idade, atrás da professora --abraçando seus quadris e a apalpando, enquanto as calças deixavam descoberta sua calcinha.
A professora, acompanhada de seu advogado Massimo Bellini, chegou pela tarde ao Palácio de Justiça da cidade, onde era aguardada pelo juiz titular da investigação. Para evitar o assédio dos jornalistas, a mulher se escondeu atrás de suas roupas.
A investigação sobre os acontecimentos (ocorridos há um ano, no Instituto Aeronáutico de Lecce) concluiu sua primeira fase, mas ainda continua com a checagem de episódio semelhante supostamente ocorrido no passado --hipótese nascida nos interrogatórios realizados pela polícia.
A mulher, que sempre afirmou ter sido ela a vítima, utilizou seu direito de ficar calada e relatou sua versão dos fatos em um dossiê entregue a uma representante ministerial.
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