Para editoras estrangeiras, internet beneficia mercado de livros
da Reuters, em Londres
As projeções de que a internet iria prejudicar o mercado de livros não se concretizou. É o que afirmam duas editoras estrangeiras de peso.
A norte-americana Penguin anunciou nesta semana que a explosão no varejo on-line e nas vendas de livros usados não causou os prejuízos que ela havia previsto. Segundo a companhia, a internet beneficiou as livrarias, funcionando como ferramenta de marketing.
A editora tem autores como o ex-presidente do Federal Reserve Alan Greenspan, o romancista Nick Hornby e o chef Jamie Oliver.
"Muita coisa está acontecendo na indústria musical que não se repete no setor dos livros. Os consumidores não querem álbuns inteiros, apenas faixas. Mas querem livros inteiros, e não capítulos", diz o presidente e executivo-chefe da Penguin, John Makinson.
A editora britânica Bloomsbury, por sua vez, afirmou na semana passada que a mídia eletrônica é uma parte fundamental de seus negócios, tanto que ela já fechou contratos de direitos com grupos como a Microsoft
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