Informática
19/10/2007 - 15h39

Para editoras estrangeiras, internet beneficia mercado de livros

da Reuters, em Londres

As projeções de que a internet iria prejudicar o mercado de livros não se concretizou. É o que afirmam duas editoras estrangeiras de peso.

A norte-americana Penguin anunciou nesta semana que a explosão no varejo on-line e nas vendas de livros usados não causou os prejuízos que ela havia previsto. Segundo a companhia, a internet beneficiou as livrarias, funcionando como ferramenta de marketing.

A editora tem autores como o ex-presidente do Federal Reserve Alan Greenspan, o romancista Nick Hornby e o chef Jamie Oliver.

"Muita coisa está acontecendo na indústria musical que não se repete no setor dos livros. Os consumidores não querem álbuns inteiros, apenas faixas. Mas querem livros inteiros, e não capítulos", diz o presidente e executivo-chefe da Penguin, John Makinson.

A editora britânica Bloomsbury, por sua vez, afirmou na semana passada que a mídia eletrônica é uma parte fundamental de seus negócios, tanto que ela já fechou contratos de direitos com grupos como a Microsoft

 

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