Conexão por minimodem é prática, mas cara
da Folha de S.Paulo
Os três minimodems USB testados pela Folha (Claro, TIM e Vivo) mostraram versatilidade. A velocidade de conexão não é tão boa quanto a de uma internet banda larga convencional, mas nenhum fez feio --competem tranqüilamente com a conexão por linha telefônica convencional.
O custo do uso ainda é relativamente alto nas três operadoras testadas: serviços de banda larga comum são mais econômicos. O fato de o usuário precisar ficar atento à quantidade de tráfego durante o uso de internet incomoda.
Nas contas mais básicas, são recomendados apenas para ler e-mail e acessar poucos sites. Nos testes, entrar em sites, sem restrição, mas sem exagero, significou um alto consumo de Mbytes.
O controle do tráfego pode ser feito pelo software de cada um deles. Mas todos têm um problema: só medem o tráfego feito no computador em que está instalado. Ou seja, se você usar o minimodem em duas máquinas, vai ter que somar o consumo por conta própria.
Outra coisa que chamou a atenção é o tamanho dos equipamentos --dá para carregar no bolso. Só que o único que é completo --vem com os softwares necessários para a utilização embutidos no minimodem-- é o da TIM. Claro e Vivo pedem os CDs que acompanham a caixinha do produto.
Uso
A instalação de todos os softwares foi rápida. Uma vez feita, entrar na internet não demora. Encaixe o equipamento na porta USB e espere que o sistema o detecte.
Depois disso, basta abrir os programas e mandar fazer a conexão. Entre checar o nome do usuário e fazer a autenticação na rede, o processo não demora mais de 40 segundos, normalmente.
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