Informática
10/01/2008 - 20h09

Contra câncer de mama, site pede que mulheres exibam seios

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da Folha Online

O site de uma organização canadense está incentivando as mulheres a postarem fotos de seus seios na internet, como forma de incentivar o combate ao câncer de mama.

Dezenas de mulheres já fizeram o upload de suas fotos, incluindo pelo menos 20 pessoas que tiveram câncer de mama e tiveram de ser submetidas a uma mastectomia --cirurgia de retirada da mama.

A intenção da Rethink Breast Cancer (algo como Repense o Câncer de Mama) é chamar a atenção das mulheres sobre a importância do auto-exame como modo de facilitar o tratamento de uma possível doença.

Reuters
No site Boobywall.ca, mulheres podem exibir seios como forma de alertar pessoas para importância do auto-exame
No site Boobywall.ca, mulheres podem exibir seios para alertar pessoas para importância do auto-exame no combate ao câncer

Como parte da campanha TLC (sigla em inglês para toque, olhe, cheque), as mulheres estão sendo convidadas a "mostrar os seios no TLC".

O site ensina como fazer o auto-exame, para detectar possíveis nódulos. Depois de fazerem o exame, elas podem tirar uma foto de suas mamas --vestidas, em um sutiã ou nuas-- e postar a imagem no site www.boobywall.ca.

De acordo com a organização, o site é seguro e completamente confidencial. As mulheres podem participar utilizando seu próprio nome, fazendo algum comentário ou uma dedicatória para alguém que morreu devido a doença.

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De acordo com MJ DeCoteau, diretora executiva da organização, a idéia é alcançar mulheres jovens, que gostem de participar de redes sociais como o Orkut ou o Facebook.

A Rethink, uma instituição que cuida de mulheres jovens com câncer, afirma que lançou a campanha para alertar as pessoas sobre o câncer de mama, mas também para tirar um pouco do medo em relação à doença.

De acordo com a organização, o esse câncer é a maior causadora de mortes entre mulheres entre 15 e 40 anos. Cerca de um quarto dos casos de câncer de mama ocorrem em mulheres com menos de 50 anos.

Com informações da agência Reuters

 

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