Yahoo! estuda negociar fusão com a AOL, diz jornal
da Folha Online
Depois de rejeitar a proposta de US$ 44,6 bilhões da Microsoft, o Yahoo! pode retomar as conversas com a AOL para uma possível fusão entre as empresas. Também não está descartada a formação de parcerias com o Google ou a Disney.
Segundo o jornal britânico "The Times", a idéia é criar meios de se defender contra a oferta hostil da empresa fundada por Bill Gates, que agora deve fazer a proposta diretamente aos acionistas do Yahoo!
Com a recusa para a proposta da Microsoft, o Yahoo! terá de encontrar uma maneira de acalmar os acionistas e encorajá-los a recusar a oferta. O valor oferecido era 62% superior ao preço das ações do Yahoo! na quinta-feira (31), quando toda a companhia tinha valor de mercado de US$ 25,6 bilhões.
De acordo com o jornal, uma das principais opções do Yahoo! é voltar a conversar com a AOL sobre uma fusão. As duas empresas já negociaram o assunto no passado, mas questões financeiras impediram o acordo.
Os rumores sobre a negociação ganham força em virtude de o Google ter uma participação de 5% na AOL, que é uma subsidiária do grupo Time Warner. Isso porque, desde que a Microsoft fez a oferta pelo Yahoo!, o Google tem trabalhado diretamente para impedir o acordo.
Na semana passada, o jornal "The New York Times" já havia informado que o Google entrou em contato com aliados como a Time Warner para saber se eles estavam interessados em fazer uma oferta pelo Yahoo!. O Google poderia ajudar a Time Warner no processo.
Recusa
Nesta segunda-feira, o Yahoo! recusou oficialmente nesta segunda-feira a oferta de compra feita pela Microsoft no valor de US$ 44,6 bilhões (R$ 78,18 bilhões). Em nota, o conselho da empresa afirma que a proposta "subestima de maneira substancial o Yahoo!"
Entretanto, o comunicado não fecha totalmente as portas para uma nova proposta. A nota diz que "o conselho de diretores avalia continuamente todas as suas opções estratégicas" e que "continua comprometido em buscar iniciativas que maximizem os ganhos de todos os acionistas".
Concretizado, o negócio seria o segundo maior envolvendo empresas da internet, superado justamente pela fusão da AOL com a Time Warner (US$ 182 bilhões), em 2000, antes do estouro da bolha do setor.
A oferta ocorreu na mesma semana em que o Yahoo! anunciou a demissão de mil empregados, o que representa 7% de seu quadro de funcionários. A companhia ganhou US$ 660 milhões em todo 2007, praticamente metade do que o Google lucrou no último trimestre do ano passado: US$ 1,21 bilhão --resultado que foi considerado decepcionante.
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Especial



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Tudo isso se passa também mais recentemente no campo das aplicações professionais (como no campo da saúde).
Todas essas mudanças representam potencialmente muito menos dinheiro para empresas como Microsoft.
O rendimento da propaganda que representa o Yahoo seria muito interessante para a Microsoft que está mudando de fonte de lucro.
Ao contrário, para a Yahoo, seria perigoso uma união com a Microsoft porque essa empresa avança para trás em relação a essas duas revoluções. É por isso provavelmente que o Yahoo recusou a oferta (ou mais precisamente aumentou o preço da compra).
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Afinal, o Bill Gates (Microsoft), este senhor ESPECULADOR, Larry Ellison (Oracle), sao ESPECULADORES que utilizam meios distintos, visando um resultado único: LUCRO $ LUCRO $ LUCRO. Cito estes para dizer o mínimo.
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